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As Duas Testemunhas do Apocalipse e os 1260 dias da Besta que sai do Mar

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As Duas Testemunhas

Para darmos o entendimento lógico, sobre este assunto, que leva diversas interpretações no mundo cristão, onde se especula-se até mesmo muitos o ressurgimento de profetas antigos como Elias e Moisés, como sendo estas duas testemunhas do apocalipse.

Deixaremos aqui a visão espírita sobre o assunto, em consonância com o que já escrevemos antes em outras postagens, alinhando as duas testemunhas como os tais 1260 dias descrito também no livro de João.

Nem Moisés, nem Elias !

As duas testemunhas nada mais são do que o Velho e Novo Testamento, a palavra de Deus sintetizada nestas duas revelações. Que profetizariam por 1260 dias, vestidas de saco.

"Estas são as duas oliveiras e os dois candeeiros que estão diante do Senhor da Terra" (Ap 11:4).

- Estes 1260 dias, são anos, como já foi explicado em nossa postagem sobre a Besta.

Vejam: A Besta do Apocalipse – A Verdade !

- Os1260 anos relacionado com os mesmo 1260 anos ao qual a mulher (igreja) seria perseguida no deserto. Ou melhor; isso é uma referência ao passado e não ao futuro como creem muitos.

As Duas Testemunhas na História

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Isso ocorreu durante o período de trevas da Idade Média, uma das estratégias levadas a cabo pela besta foi impedir a difusão da palavra do Evangelho e o esclarecimento dela decorrente.

Desde que se estabeleceu o poder de Roma, e esta, através de seus representantes, pretendeu dominar as consciências, proibiu-se a leitura dos textos evangélicos.

Calcado na ignorância humana e patrocinado pelo poder secular, observou-se esse triste capítulo da história humana: a Palavra "vestida de saco" (Apocalipse 11:3), isto é, enclausurada, restrita aos mosteiros e ao latim, tão distante das populações.

A Usurpação da Igreja

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Para recapitular corretamente este período dentro das revelações proféticas, vamos analisar a profecia de Daniel:

“E ouvi o homem vestido de linho, que estava por cima das águas do rio, quando levantou ao céu a mão direita e a mão esquerda, e jurou por aquele que vive eternamente que isso seria para um tempo, dois tempos, e metade de um tempo. E quando tiverem acabado de despedaçar o poder do povo santo, cumprir-se-ão todas estas coisas.” (Daniel 12:7)

- Este; “um tempo, dois tempos, e metade de um tempo”, corresponde á 1260 dias proféticos (anos), e é o período que a IGREJA ROMANA usurparia o lugar da igreja (donzela pura) (Apocalipse 12:6). E assim ela; a igreja verdadeira, seria perseguida (Apocalipse12:14) por esta prostituta (Besta, igreja corrompida) pelos restantes 1260 anos com é dito em (Daniel 7:25).

Assim como ela mudou os tempos e as leis, alterando o calendário humano, instituindo o calendário gregoriano, proferia blasfêmias por suas doutrinas anti-fraternas com seus primeiro Papas. Assim, para o domínio, proibiu neste período a leitura livre das escrituras, concluindo a revelação das duas testemunhas.

Morte e Ressurreição das Testemunhas

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Na França, em Paris, foram mortas as duas testemunhas, através dos atos cometidos na Revolução Francesa, no pretenso extermínio da religião e de Deus. Nos maus exemplos cometido pela igreja. Os homens, cansados de serem explorados e de terem a consciência manipulada, optaram pelo extremismo: declararam a morte da fé, de Deus, da religião. Consumava-se então a morte simbólica das duas testemunhas (Apocalipse 11:4-6).

E ela ocorre justamente na cidade considerada a cidade das luzes — onde o ensino do Cristo foi abolido por decreto da Revolução e dos revolucionários —, ou seja, no local exato cuja profecia indicava: "onde o seu Senhor (das testemunhas) também foi crucificado" (Apocalipse 11:8).

Dessa forma, vê-se que as duas testemunhas foram mortas pelo poder da "besta que sobe do abismo" (Apocalipse 11:7) e, ainda em completo acordo com as visões de João Evangelista, não ficaram mortas por muito tempo, pois diz a profecia:

"Depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles, e puseram-se de pé, e caiu grande temor sobre os que os viram." (Apocalipse 11:11)

- Nesse trecho da profecia, três dias e meio, em tempos proféticos, representam três anos e meio.

Em 1793, sob o pesado manto do Terror e da guilhotina, foi decretada, pela Assembleia francesa, a abolição da religião e das Escrituras, consideradas sagradas por todos os povos cristãos. Três anos e meio mais tarde, essa mesma Assembleia revogou o decreto, concedendo tolerância à religião.

A Segunda Besta que sai da terra

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A profecia de (Daniel 12:11,12), além de citar os 1260 dias, alarga este período referindo 1290 dias e depois 1335 dias, aí já chegamos ao períodos conhecido com “a purificação do santuário”, iniciando um novo tempo. Ao qual é citado em (Daniel 12:1,2), referindo á uma nova ressurreição de santos.

Vejam: As Ressurreições dos Mortos nos Últimos Dias

Finda-se neste fim dos 1260 dias, o poder da primeira Besta, pois com a Revolução Francesa e com a autonomia de Napoleão Bonaparte, que derrubou a arrogância da igreja, levando o Papa da época ao cárcere.

Por isso se diz “ Ferida de Morte” (Apocalipse 13:12), mesmo assim a igreja continuou viva, más sem seu autoritarismo reinante como no passado.

Inicia-se ai o período da Segunda Besta do Apocalipse; materializada no PROTESTANTISMO, que se fixou com a SOBERANIA americana e seu ditador CAPITALISMO.

Mesmo com a liberdade para com a livre interpretação das escrituras neste período, ansiado pelos novo protestantes, as duas testemunhas aí passaram á um novo período, onde invés de restrita, passaram a serem distorcidas para comportar ideais prosélitos de diversas seitas que surgiram, se auto denominando como únicas portadoras da verdade. Outra vez; e de forma diferente; as escrituras sendo usada para o mal, para o escravizamento das consciências ao invés de liberta-las.

Vejam: O Número da Besta, Imagem da Besta e Marca da Besta, saibam as diferenças ?

Concluindo

A Revolução Francesa não foi apenas um alerta às instituições e aos poderes famigerados dos homens, que, em sua ânsia de liberdade, repudiaram qualquer filosofia religiosa. A presença da religião sobre a face da Terra foi considerada um tormento para os homens; por isso, pretenderam bani-la.

Entretanto, ao crucificar simbolicamente o Senhor, o filho de Deus (Ap 11), declararam também o extermínio da fé e do amor. Ainda assim, a esperança paira, acima de quaisquer obstáculos, evidenciando que a segurança dos povos da Terra repousa na misericórdia de Deus. A Suprema Sabedoria, uma vez mais, soube enviar aos homens as mensagens de amor, como alerta sempre oportuno para que corrijam sua rota e retornem ao caminho do bem.

Fonte de apoio: Apocalipse: Uma interpretação Espírita das Profecias

Notas e edição: Valter J.Amorim (Aquárius 2036)


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