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O Mistério Transcendental das Pirâmides do Egito

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Por séculos as pirâmides do Egito tem atraído a atenção do mundo por sua beleza, característica e arquitetura sem igual. A ciência oficial por seus asseclas céticos em tudo aquilo que transcende a realidade humana, sempre velou em defender suas objeções com diversas teorias e especulações, e em grande casos de formas não tão éticas assim; sempre escondendo muitos fatos tão somente para induzir a mente popular coletiva em suas próprias limitações dogmáticas como do mesmo modo se comportou e se comporta outros sistemas de ideias até hoje, como no casos das religiões.

E o que levaremos como base de pesquisa aqui são as três pirâmides do Egito situadas no platô de Gizé, e em principal a pirâmide de Gizé, para concluirmos a questão de sua origem não tão humana assim como a ciência oficial insiste em admitir.

A Grande Pirâmide de Quéops

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A pirâmide de Quéops ou (Khufu), também conhecida como a Grande Pirâmide, segundo muitos teóricos teria sido construída por volta de 2.600 a.C. para ser a tumba real (1) do Faraó Quéops.

Sua altura original era de 146,59 metros, mas atualmente é de 137,19 m, pois falta parte do seu topo (2) e o revestimento. A inclinação das faces, em relação ao plano da base é de 51°51’14,3’’, o que pode ser observado na réplica do revestimento externo, colocado em parte da base da pirâmide (Figura abaixo).

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A estrutura cobre uma área de 53 mil metros quadrados e contém aproximadamente 2.300.000 blocos de pedras com, em média, 2,5 toneladas cada um. Especula-se que levou cerca de 30 anos para ser concluída, envolvendo um exército de 100.000 trabalhadores que segundo muitos estudiosos acreditam terem sido escravos (3).

As pedras foram trazidas de uma pedreiras á (20 kms) próximo ao Cairo, mas a pedra enorme de granito do piso da Câmara do Rei que pesa 80 toneladas e o sarcófago (30 toneladas) tiveram de ser trazidas de Aswan que fica a nada menos que 800 kms do sitio. Sem guindastes e só apenas com barquinhos de papiro?

(1) A teoria popular e oficial da grande pirâmide como tumba se esbarra em diversas controvérsias, levando em consideração de sua localização geográfica, e a pertinência de seu alinhamento seguindo padrões astronômicos.

(2) Grande parte de todas as pirâmides do mundo, não possuem sua pedra da cumeeira, um fato que se pareceu padrão á estes construtores, como é visto abaixo nesta pirâmide encontrada na china.

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(3) No entanto, essa hipótese parece um tanto improvável, pois para manter na linha esse número de cativos talvez fosse necessária a força de 20 mil soldados; sem contar a alimentação de toda essa gente.

A Ciência Perdida

Para se terem uma ideia sua localização se estabelece num local que pode ser considerado o umbigo do mundo. Uma divisão regional demarcada como o paralelo 30, são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo, como se pode ver na imagem abaixo:

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Levando em consideração do planeta ser um globo, qualquer pessoa pode afirmar que qualquer ponto no planeta em relação de sua circunferência e da posição em questão pode ser delineada como um centro, más isso foge do que estamos expondo aqui sobre o conhecimento cientifico usado na construção delas, quando deixamos em evidência como fator diferencial: os polos nesta divisão planetária em três partes como é visto na figura abaixo:

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O astrônomo britânico John Herschel, percebeu que a polegada utilizada na Pirâmide (p dp) é equivalente à razão entre o diâmetro polar (eixo de rotação da Terra) e 50.000.000, o que pode indicar o conhecimento da medida do diâmetro polar exato pelos construtores da Grande Pirâmide.

A circunferência da pirâmide, dividida pelo dobro de sua altura, tenha como resultado o famoso número de Ludof, Pi=3,1416, conhecido como o côvado sagrado, utilizado tempos depois pelos hebreus.

Altura da Pirâmide de Quéops, multiplicada por um bilhão, corresponda á 149.450.000 Km que aproximadamente é à distância Terra ao nosso Sol.

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E curiosamente a posição das três pirâmide atende á uma curiosa formação, pois elas estão alinhadas em concordância com as estrelas da constelação de Órion ou mais popularmente as três Marias.(Figura acima).

A base da pirâmide é perfeitamente plana, com desnível de apenas 0,075cm/100m, em edifícios modernos de alta tecnologia chegam a ter 15-20cm/100m de desnível.

Pirâmides e Locais Estratégicos

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Assim como nas outras pirâmides, a de Quéops orienta os quatro pontos cardeais, limitando ainda o Delta do Nilo geometricamente com o prolongamento das duas diagonais e dividindo-o em duas partes iguais com o prolongamento do apótema da pirâmide em sua face norte.

A simples orientação dos pontos cardeais pelas faces da Pirâmide já mostra uma impressionante uma grande perícia astronômica, apresentando somente 0,015% de margem de erro (atualmente para se conseguir esta precisão, são necessários um teodolito de laser, um mapa dentro dos dez metros de precisão, engenheiros, astrônomos e mestres de obras)?

É sobre esse pequeno erro (4), algumas hipóteses sugerem que esse erro se deva a um movimento de placas tectônicas.

(4)Robert Bauval explica bem isso no seu livro “The Órion Mystery”, pois foi por causa do fenômeno da “Precessão” (fenômeno em que a terra modifica sua posição de rotação pelo espaço como um pião durante o Giro) que tem um ciclo de 25.827 anos o que muda a configuração das estrelas vista a partir do solo da Terra, foi isso que causou a aparente declinação da Pirâmide, tirando-a da “Prumo” com relação a essa constelação.

Este ciclo é denominada de ano “sideral” e o ano das estações é cha­mado “equinocial”. Diferem, os dois, em cerca de 50 segundos por ano. Em outras palavras, em sua ascensão e ocaso, os astros sofrem um re­tardamento de cerca de 50 segundos a cada ano. Para que os anos “si­deral” e “equinocial” coincidam novamente serão necessários 25.827 anos, que é a soma das diago­nais da base da pirâmide em polegadas.

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Segundo o O Pe. Moreux, Quéfren não está exatamente no paralelo 30 Norte mas no 29 58'51' N. E, de fato, quem olha o pólo celeste desde essa posição o vê como se estivesse exatamente no paralelo 30 N.

A causa desta distorção é a refração atmosférica. Porém, este fenômeno só foi compreendido milênios depois. Entretanto, os construtores da Pirâmide agiram como se soubessem dele.

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Um fato é; o que os cientistas acreditam serem coincidências, partimos da tese de que nada é por acaso, pelo simples questão do porque; como no caso da grande pirâmide sua construção exigir tantas exigências simétricas, matemática e científica assim, somente para simples sepultura ?

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Se analisarem bem no centro dessa cruz está a grande pirâmide e nesta mesma linha horizontal seguindo em direção á outras regiões (5), podemos perceber que se localizam também outras pirâmides famosas como as do continente americano, bem como sua passagem acima da região do Triângulo das Bermudas (6) e que deve também estar obedecendo á esse curioso alinhamento.

E por isso partilho a ideia de que sua construção no Egito é anti-diluviana ou quem sabe uma herança científica desta cultura Atlante(7); antes do fim com o último cataclismo global que gerou o fim deste continente e seu afundamento á mais ou menos 13.000 anos como atestam muitos registros, e o que veremos mais adiante.

(5)Nestas regiões onde passam o cinturão geomagnético, se localiza-se outras regiões de construções de pirâmidais, o que indica uma mesma origem de ideias e cultura ancestral. (figura abaixo)

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Notem acima a referência ao mar do diabo (triângulo do dragão) no Japão, uma região semelhante em fenômenos inexplicáveis com desaparecimentos de navios e aviões como também ocorre no triângulo das bermudas !

(6) Recentemente nesta região do (Triangulo das Bermudas) foi descoberto a existência de uma antiga pirâmide ali submersa pertencendo possivelmente ao antigo continente perdido de Atlântida.

Ciência Anti-diluviana

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Estudo realizados nos anos de 1990 por Robert Schoch, professor da Universidade de Boston, revelaram que a Grande Esfinge do Egito, situada ao lado das três pirâmides da meseta de Gizé, mostra sinais de erosão causada por chuva. Admitindo que estes monumentos foram atingido pelo tão falado dilúvio bíblico.

Robert Bauval usando um programa conhecido como Skyglobe, comprovou que a época mais recente em que a Via Láctea estava alinhada com o rio Nilo foi há aproximadamente 12.500 anos. (7)

Segundo o escritor árabe Abu Zayd el Balkhy, baseado em antigas inscrições, afirma que a pirâmide de Queóps foi construída no tempo em que a Lira encontrava-se na constelação de Câncer, ou seja, há 73.000 a.C. Curiosamente essa data corresponde muito aproximadamente aos resultados dos testes feitos com o carbono-14, que atribuíram à Pirâmide a idade de 71.000 a.C.

Um outro autor árabe do século XIV, Makrizi, referindo-se muito mais velhas lendas, ele escreveu que o rei Surid Ben Sahluq teve um sonho que foi interpretado pelos sacerdotes como uma premonição do Dilúvio, fazendo construir as pirâmides, para manter os tesouros e todas as ciências conhecidas  do passado.

(7) Edgar Cayce famoso vidente americano dos anos 30, por suas leituras paranormais, afirmou que as pirâmides foram construídas pelos sobreviventes de Atlântida, coincidindo com a data especulada de Robert Bauval.

O Poder Energético das Pirâmides

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Nos anos de 1930, um pesquisador francês, chamado Antoine Bovis, descobriu alguns ratos mortos no interior da pirâmide de Quéops (a maior das três). Apesar de estarem mortos há vários dias, esses ratos não apresentavam sinal de decomposição pois tinham-se desidratados a ponto de se mumificarem. Bovis então perguntou aos moradores locais o que estava acontecendo e eles disseram até que nenhum tipo de alimento estragava dentro da Grande Pirâmide.

Quando retornou a Paris, Bovis decidiu continuar seus estudos e construiu uma miniaturas em madeira, da pirâmide de Quéops. E observou os mesmos fenômenos além do recarregamento de pilhas usadas e lâminas de barbear que recuperavam o corte original.

Como resultados das experiências, ele deduziu que existe uma reorganização celular dentro da pirâmide e que a mesma é um condensador de energia cósmica.

Estudos posteriores por outros pesquisadores concluíram que a pirâmide de Queops é um grande monumento astronômico e geodésico, constituindo-se num grande gerador e acumulador de energias cósmicas e telúricas.

Pesquisas mais recentes sobre as energias das formas acabaram por descobrir que no interior da grande pirâmide (e em outras) é possível obter estados alterados de consciência muito elevados. Os pesquisadores científicos revelaram que a energia da pirâmide é uma onda cósmica pulsante em seus 6,5 ciclos por segundo, a mesma força energética que circunda a periferia do corpo humano e que a nossa “aura” é composta.

Obras dos Deuses

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Ao meu ponto de ver, os atlantes após migrarem para aquela região encontraram tais monumentos e sabiam sobre seus construtores (deuses), tempos mais tarde ao notar as propriedades internas da pirâmide quanto a desidratação dos corpos, resolverem guardarem seus mortos.

- Na Pirâmide de Zoser foram encontradas várias múmias, mas nenhuma pertencia ao faraó Zoser. Isso indica que o monumento foi vítima de funerais invasivos.

- Na Pirâmide de Menkaure (Miquerinos) encontraram um sarcófago de basalto vazio e nas proximidades um caixão de madeira com as inscrições “Men-Ka-Rá” e uma múmia: a datação de carbono mostrou que o caixão era do início da era cristã.

- Na Grande Pirâmide, chamada de Khufu ou Quéops, todas as suas salas e câmaras descobertas em tempos atuais estavam vazias.

- Diferentes das tumbas ornamentadas descobertas no Vale dos Reis, as três pirâmides de Gizé não têm hieróglifos; não há entalhes ou inscrições que identifiquem seus construtores e/ou possam confirmar suas funções na época em que foram construídas.

Não se conhece, pois, nenhum instrumento egípcio propriamente tecnológico. Pouco ou quase nenhum vestígio de ferramentas. Não há inscrições em hieróglifos, pinturas e papiros menos ainda representações ou referências a qualquer método ou aparelhos de caráter tecnológicos. Então sobram os problemas e enigmas.

Não como deixar em evidência a existência e utilização de uma tecnologia e ciência naqueles tempos remotos que transcendia e transcende ainda tudo aquilo que compreendemos como ciência contemporânea.

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- Diversos povos falam de seus Deuses que em comum eram os responsáveis por obras mirabolantes e feitos incríveis, idolatrados e cultuados por estas civilizações ao longo de eras.

Deuses em seus navios celestes no Egito ou em  suas vimanas voadoras como é descrito nos contos indianos. Os tibetanos falam de técnicas e ciência antiga, onde se usava certas frequência de sons para levitarem objetos pesados, como também na Suméria os Anunnakis, de uma raça de deuses astronautas que para aqui vieram, ergueram monumentos e cidade e usaram tecnologias extraterrestres para escavarem e minerarem e fizeram engenharia genética conosco.

Todos estes mitos devem sim ter uma ligação e quer queiram o não, somente o orgulho para negarem estas evidências ai expostas da realidade destas pirâmides, assim como de diversos monumentos titânicos pelos mundo.

A Visão Espirita

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A visão espírita defende em muitas segundo muitas de suas obras, a interferência cultural e cientifica de espíritos caídos ou melhor: (exilados) neste mundo que para cá vieram a milhares de anos, de constelações e planetas diversos. Como os capelinos.

Suas encarnações em meio a sociedade primitiva além de purgatórial, permitiu um grande salto na evolução do planeta e dos seres, pois suas ciência e conhecimentos arquivados em seus subconscientes permitiu que interagissem de forma supra dentro destas sociedades.

Motivo que se deu seus endeusamentos pelos homens simples que passarão a velos como deuses e semi-deuses.

Na obra exilados por amor, um destes capelinos foi o sacerdote e arquiteto Imonthep ou (hermer trimegistros), que construiu mesmo a pirâmide de Saqara, um de seus super-feitos que o fez ser visto até hoje como o Deus Thot pelos egípcios e trimegistros pelo gregos, e muitas ordens iniciáticas. Tempos depois reencarnaria na época de Jesus como José de Arimatéia.

Autor: Valter J.Amorim (Aquárius)


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