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O Astro Intruso (Nibiru) e o Fim da Atlântida e da Quarta Raça Mãe

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Segue aqui os fatos que se desenrolou na civilização Atlante antes de seu afundamento nos mares. O texto de forma romantica descreve como essa civilização poderosa chegou ao seu apogeu e pelos motivos que já conheçemos; como no exemplo da soberba humana, se precipitou para seu declínio no abuso do poder desmedido e pela corrupção, sendo assolada como castigo por fatores externos ao qual nos leva a certeza pelo enrredo estar se referindo ao Astro Intruso naquele antigo mundo onde finalizou-se o período evolutivo da Quarta Raça. Como referiu também o conto de timeu cristia de platão, sobre a fúria dos deuses sobre a corrupção humana.

A origem das revelações são de ordem mediúnicas do médium Edgar Armond, também autor de outras obras que envolvem o estudo e sondagem do passado da humanidade.

A Grande Atlântida

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Os homens da civilização atlante adoravam o Sol e os astros, os animais e a natureza em todas as suas manifestações, formando cultos politeístas, que os Protetores Espirituais (Espíritos Superiores) da Raça toleravam até certos limites, conquanto já houvesse, nos santuários e nos templos, organizações sacerdotais que rendiam culto a um Deus Único - Átman, o Grande Espírito - como fruto do trabalho dos Missionários que ali encarnaram por duas vezes, a saber: Anfion, que criou a Fraternidade dos Profetas Brancos, e Antúlio, muito depois, que fundou Escolas de Sabedoria em vários lugares.

Nos últimos tempos da Grande Atlântida, degenerara de tal forma a utilização dos conhecimentos espirituais, que a crença em um Deus Único ficou obscurecida pelas práticas da magia negra, pelo culto dos deuses mitológicos e pelos interesses de ordem puramente material.

O surto de mediunidade que naquela época houve como, na Palestina, séculos depois, com Jesus e, em nossos dias, com o Espiritismo, não atingiu a sua meta e desviou-se para caminhos de perdição.

Nenhuma atitude se tomava, nenhuma decisão; não se empreendia uma viagem, nem se montava um lar, ou um corpo se amortalhava, sem audiência prévia de sacerdotes, magos, adivinhos, feiticeiros e necromantes. Os ódios se multiplicavam, como as ambições mais desvairadas, pelo uso imoderado dos poderes das trevas. Disputas intermináveis entre famílias e tribos, assassinatos e vinganças pessoais ocorriam por toda parte.

E por fim os povos das diversas províncias passaram a aniquilar-se em guerras de extermínio, por influência desses poderes terríveis (Dragões) e aniquiladores que visavam, como sempre, desviar os homens dos caminhos retos da evolução espiritual.

O epílogo dessa situação desesperada foi o afundamento do Grande Continente, de cujos habitantes 60 milhões morreram no mar; alguns milhares alcançaram as terras que se elevaram a oeste na América, formando os povos maias, astecas, toltecas, incas e outros; parte alcançou a região norte do globo, francamente habitável e mais tarde transformada em zona glacial por efeito do desvio do eixo da Terra; parte refugiou-se nas colônias atlantes já existentes, a leste, como já vimos, e a última parte, a mais sã, salvou-se, incólume, na província centro-oriental do continente, que não submergiu e que veio a formar a Pequena Atlântida.

A Pequena Atlântida

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No afundamento do Grande Continente um enorme cometa entrou na atmosfera do globo provocando erupções vulcânicas, abrasamentos, incêndios, maremotos, atraindo a massa oceânica de água a alturas de centenas de metros sobre o nível normal, conforme consta da tradição egípcia antiga, denominada “Mito de Typhon” e da grega, do Faetonte.

O cataclismo atlante atingiu também parte do sul do continente americano, provocando o levantamento da cordilheira dos Andes com tudo o quanto havia à sua superfície, como demonstram de forma concludente ruínas de cidades como, por exemplo, as de Tiuanaco, que ainda hoje existem em pontos quase inacessíveis da cordilheira, no Peru e na Bolívia.

Na Atlântida, nas duas vezes, foi o que aconteceu, isto é, essas duas ordens de fenômenos produziram cataclismos fatais, mas não por acaso, como é óbvio, mas como programação do "Plano Diretor Cósmico" (espíritos supereriores), visando o afundamento do continente e o extermínio de grande parte daquela humanidade, pelos motivos que estamos expondo.

Era o Mosteiro de Astlan, o templo mais famoso e respeitado do país, construído sob a inspiração de Antúlio, o missionário sacrificado, que encarnava as aspirações religiosas do povo mais evoluído e diretamente ligado aos emigrantes caprinos (espíritos exilados de capela).

Os magos adstritos à governança do país perceberam estranhos fenômenos no céu como, por exemplo, um pequeno astro, dos mais próximos e que servia de satélite, que começou a aumentar de brilho de forma inexplicável, ao mesmo tempo em que corriam notícias de tremores de terra em vários pontos do continente.

As chuvas foram cessando e aumentando o calor iniciando - se um período de secas terríveis, ao mesmo tempo em que as fontes de água públicas e particulares começaram a diminuir a olhos vistos.

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E então surgiu no céu um cometa que se aproximava crescendo de volume e de brilho com extrema rapidez; surgiu na constelação de Câncer e em poucos dias ocupava mais da metade do céu, enchendo-o de um fogo rutilante, enquanto o astro satélite, que havia desaparecido, explodiu no espaço, projetando enormes fragmentos sobre a terra e o mar. E, à
medida que o cometa crescia de vulto, o oceano ficava cada vez mais encapelado, parecendo saltar do leito imenso.

E quando o rio ficou reduzido a um filete pútrido e as últimas fontes secaram em todo país sobrevieram o terror e o desespero, e as multidões convergiram para o mosteiro, comprimindo-se na larga estrada fronteira, enchendo-a de ponta a ponta homens, mulheres, crianças, famintos, sedentos, sujos, desvairados, acossados pelo desconhecido, pelas moléstias que já se espalhavam por toda parte, sem remédio ou possibilidade de socorro, morrendo centenas deles por dia.

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Como um rebanho amedrontado assediavam o grande templo para ouvir a verdade da boca dos sacerdotes e receberem orientação e socorro.

Em Poseidônis, a grande capital, o pânico se dera ainda mais cedo; lavravam a fome, a doença, o terror e a morte.

As oferendas aos deuses eram inúteis e o disco de luz estava ficando quase invisível sob a cortina espessa de nuvens avermelhadas, que o afogueamento da atmosfera impedia de transformar-se em chuva, e abrasavam como fogo, na terra e no céu.

O solo estava rachando em inúmeros lugares e das fendas abismais subiam vapores espessos, sufocantes, que se evolavam para os céus, tornando-o cada vez mais baixo, aumentando assim enormemente o peso da atmosfera, fazendo a respiração ficar cada vez mais difícil e angustiante.
Um pó quente e cáustico entrava pelas narinas e pela boca matando por asfixia, enquanto o oceano enfurecido precipitava se para dentro das terras destruindo as colheitas, o gado, as águas potáveis acumuladas em baixios e todos os demais meios de subsistência.

Tempestades aéreas crivadas de relâmpagos golpeavam a terra de forma súbita e de curta duração; e chuvas torrenciais carreavam da atmosfera toneladas de detritos e pó vulcânico projetando-os sobre os campos, as ruas, as casas, formando uma lama mortífera e repugnante que, em alguns
lugares, atingia metros de altura na extensão de quilômetros.

E nas praias todos viam como as ondas rugiam ameaçadoras, precipitando-se em monstruosas vagas sobre as escarpas mais altas, submergindo tudo o que encontravam pela frente.

Assim o recurso da pesca também desaparecera pela fúria ininterrupta das águas, e a fome levava os homens a cavar o chão em lugares mais afastados, onde as árvores ainda não haviam secado, para devorarem as raízes.

E, por fim, desvairados disputavam também ferozmente entre si, matando-se uns aos outros nas ruas e nas casas, para saciarem a fome.

Todos obedeceram onde estavam, com as mãos nos  joelhos, o corpo curvado, a cabeça baixada para o solo; todos, menos um deles, o sacerdote menor Tlotac, que permaneceu de pé, hirto, olhos fechados como em transe, e no grande silêncio que pesava sobre o recinto, uma luminosidade dourada foi-se espalhando aos poucos, vinda do Alto, como que se infiltrando através do teto rochoso; e a luz foi-se condensando no centro da plataforma, junto a Morevana, tomando forma (materialização de um espírito), assemelhando-se, de início, a um oval alongado para cima e, logo depois, a uma criatura humana, cujos braços e formas se foram detalhando com rapidez mostrando, por fim, a figura imponente e majestosa de um sacerdote de elevada estatura, longas barbas quadradas, olhos fulgurantes como sóis.

Obs: “A descrição do fenômeno corresponde à materialização de um espírito desencarnado, estando o sacerdote menor na condição de médium doador de ectoplasma, conforme outras obras do autor, entre elas Mediunidade.” (Nota da Editora)

- Trazia indumentária própria dos grandes sacerdotes, a túnica branca, a capa vermelha, curta, cobrindo os ombros, o turbante de três pontas com fitas de várias cores caindo pelas costas.
De pé, imóvel, os braços amplamente abertos como a querer abranger o vasto recinto atento, em voz forte, metálica, porém harmoniosa, falou:

- Levantai vossas frontes, meus filhos e anotai as últimas ordens do Senhor da Luz: no terceiro giro do astro sagrado, quando a noite cair e a luz remontar o horizonte, vinda do mar, completai a carga de vossos barcos, em número de sete; embarcai alimentos para um tempo de quarenta sóis; embarcai todos que aqui se encontram e mais aqueles que vosso chefe Astério arrastou para cá e são vossos hóspedes.

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Ao todo sereis duzentos homens e no barco piloto, onde irão vossos chefes, Morevana e Astério, levareis os manuscritos já separados neste mosteiro por ordem nossa e que resumem a doutrina religiosa que o Senhor determinou fosse cultuada por vossos antepassados e que ultimamente vem sendo desprezada.

No terceiro giro do astro, nessa noite, quando a lua surgir no nascente das águas embarcareis, meus filhos, e vos fareis ao mar.
Leio em vossas mentes a ansiosa pergunta: para onde iremos? E a resposta é esta: na direção do nascente, pela rota que o Senhor vos traçar, nos seus altos desígnios e que na ocasião sabereis.

Outros como nós escaparão das calamidades que vão surgir, mas a vós cabe preservar o patrimônio espiritual, recebido e cultuado por vossos ancestrais; a herança do Senhor a ser transmitida a outros povos, outros homens e outras raças.

Com elas as tradições religiosas sobreviviam à extinção da Quarta Raça. Retirados dos arquivos do Mosteiro de Astlan, que foram conduzidos ás embracações, gravados em lâminas  de oricalco.

Enquanto a navegação prosseguia, na câmara principal de espaço a espaço, se reuniam e concentravam para ouvir as instruções transmitidas por Xelu - o guia invisível. Naquela noite, após a cerimônia do culto à luz, ele disse: - Segui neste mesmo rumo e haverá salvação para todos.

Orai agora ao Grande Espírito porque, neste mesmo instante, em que vos falo, o solo de vosso país submerge no oceano encapelado, e milhões de seres aflitos de vossa raça encontram a morte. Não ouvis, porventura, os brados dos que se afogam? O rugido das águas invadindo as terras? O solo se fende em vários lugares, formando abismos insondáveis, e colunas de fogo, pedras e fumo sobem para os céus e depois retomam, destruindo campos e cidades, e regiões extensas, enquanto a água do mar, que penetra nos abismos, levanta turbilhões de espuma, de cinzas e de vapores mortíferos. Não os sentis?

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A atmosfera abrasa por toda parte, queima os pulmões dos que respiram e o sol desaparece, escondendo-se por detrás de nuvens espessas que cobrem o firmamento e tão baixas elas estão, que a pressão esmaga os corpos humanos no chão. Não há mais salvação para ninguém e os homens que prevaricaram e desprezaram seu Deus estão sendo agora aniquilados. Não ouvis os seus clamores desesperados? Glorificai, pois, o Senhor da Luz, que vos reservou para tarefa tão grandiosa, livrando-vos da morte triste e singrai nas vossas naus com confiança, porque nova vida vos espera em regiões pacíficas, onde a maldade humana não se entronizou e as verdades do espírito devem ser semeadas com amor, como quem semeia o trigo sagrado.

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A voz calou-se, ao mesmo tempo em que vinha de fora um chamamento urgente: - Vinde depressa. Correndo para fora os dois sacerdotes depararam com um espetáculo apavorante: estava tudo escuro em volta, o céu quase tocando as águas; o oceano espumava e bramia como preso de grande cólera e as ondas eram altas.

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Por sobre as águas ecoavam gritos, uivos e lamentos e vozes aflitas de desespero e de pavor, tudo de mistura, num só tumulto temeroso de sons. Na esteira dos barcos, muito ao longe, na direção do continente abandonado, o céu estava em fogo e parecia derramar labaredas sobre a terra; era como se fosse um imenso e abrasador crepúsculo em que predominavam as cores roxa e amarela.

Conclusão:

cortina-do-tempoComo vemos, por esta revelação anterior a nossa humanidade, somos integrantes da Quinta-Raça mãe e a anterior sucumbiu com Atlântida como retrata diversos mitos e inclusive o popular Dilúvio Universal de Noé. Atlântida não se destruiu de uma única só vez, más em duas fases e em algumas obras falam-se em três períodos que abrasou um ciclo planetário de desenvolvimento e predomínio desta raça no mundo e como concluímos; um interferência externa da aproximação de um astro, como naturalmente se dá sempre em relação ao astro intruso próximo de nosso planeta.

E sempre o fim, geralmente ligado a degeneração da sociedade e dos valores espirituais, coisa que estamos vivendo hoje !

Seriam só coincidências ?

Fonte: Nas cortinas do tempo – do médium: Edgar Armond


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