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Sereias – Evidências que chocaram o mundo

Sereias – Evidências !

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A especulação histórica da possível existência de seres humanoides adaptados á vida aquática, denominadas de sereias e tritões, não se verifica desde só aos antigos mitos e contos gregos, especula-se que até mesmo em pinturas rupestres de outros povos assim como nos seus mitos, fala-se indiretamente da existência destes seres.

Se existem na verdade – Seriam uma espécie não catalogada que evoluiu á milênio, e por milênios vivem isoladas e ocultas, em regiões abissais, a vista da sua espécime semelhante – O homem.

Ou seria na verdade uma forma de vida extraterrestre adaptada ou mesmo aquática de outros mundos do confins do cosmos, com uma missão especial ou até mesmo num caso de migração interplanetária, pelo fim de seus mundos de origens ?

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As Sereia seriam seres mitológicos, parte mulher e parte peixe (segundo vários escritores e poetas antigos). Eram tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para os navios colidirem com os rochedos e afundarem.

Odisseu, personagem da Odisseia de Homero, conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se.

Segundo as lendas; mulheres que ofenderam a deusa Afrodite e foram viver numa ilha isolada.

Lendas modernas de sereias

Alguns registros modernos falam de uma sereia que vivia no Harlem por volta de 1400, que aprendeu a tecer, mas não a se comunicar com linguagem humana. Há também a história de uma mulher chamada Murgen, contada na costa de Gales do Norte, que chegou a ser batizada e é figurada como uma sereia, tida neste país como uma santa do século VI.

Recentemente o canal de TV americano, Animal Planet, exibiu um especial chamado "Sereias : O corpo encontrado", que também provou a existência de sereias.

Um pesquisador encontrou sons advindos do mais profundo do oceano que ele acredita ser de criaturas ainda não catalogadas e reconhecidas (Seres híbridos), um outro grupo de pesquisadores filmou uma criatura de fora do submarino, enquanto exploravam o mar da Groenlândia.

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(imagem filmada de dentro do submergível)

A declaração oficial da existência

Recentemente a Agência de Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) teria confirmado que existem sereias mesmo e que o número destes seres está crescendo a cada dia.

A NOAA publicou uma notícia em seu site, na categoria Fatos Oceânicos intitulada "Provas conclusivas da existência de humanoides aquáticos."

A porta-voz americana do (NOAA), Sandy Nixon, disse a WWN que "pelo menos 65 pesquisadores e especialistas em Sereias estão reunidos na ilha do Tahiti para examinar todas as evidências conhecidas e concluíram, enfaticamente que humanos híbridos (metade humano metade peixe) estão vivendo pacificamente entre nós".

Especialistas em sereias dizem que a maioria delas estão nas águas quentes do Caribe e do Mediterrâneo, mas que muitas foram vistas no Oceano Pacífico e no Atlântico Sul. "Há um grande aglomerado de sereias, nadando fora do Oceano na cidade de Maryland", afirma o pesquisador de sereias, Marcus Plumkin da Universidade da Flórida.

A WWN também constatou que, recentemente, o governo dos EUA capturou sete sereias e que elas estão sendo mantidas em um aquário secreto, onde estão sendo estudadas. Segundo comentários, o presidente Obama observou pessoalmente as sereias e ficou bastante impressionado com o que viu, de acordo com relatórios dos estudos.

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Novas e rara espécimes

Todos os anos, diversas costas do mundo recebem carcaças de animais não classificados pela zoologia.

Cerca 2.000 espécies aquáticas “novas” são descobertas anualmente pelo mundo. Formas simples (como vírus e bactérias) ou mais complexas (cobras, tubarões abissais e lulas descomunais) não deixam de surpreender mensalmente à comunidade científica.

Apenas no tsunami da Indonésia em 2004, dezenas de espécies raras apareceram na superfície devido ao movimento das placas tectônicas. No entanto, o número de espécies marinhas desconhecidas pelos seres humanos excede qualquer número imaginado.

Colombo e as Sereias

De acordo com as crônicas, o próprio Cristóvão Colombo chegou a ver três figuras femininas na superfície do oceano.

“No dia anterior, quando o almirante (Colombo) foi ao Rio do Ouro, ele viu três sereias que apareceram na superfície do mar, elas não eram tão belas como são pintadas, mas tem algo de humano em suas feições.” – 9 de janeiro de 1493, registro de bordo Nº 146 da expedição de Cristóvão Colombo.”

“O ser vivo capturado esta noite por um grupo de marinheiros é consistente com as conhecidas sereias”, disse o diário de bordo da embarcação veneziana “Nosso Senhor das tempestades”, em 28 de janeiro de 1432. “É uma fêmea de cabelos e olhos negros, suas pernas são cobertas por escamas duras e terminam num único membro em forma de rabo de peixe.”

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A Ciência contemporânea

Negados por séculos pelos cientistas, a existência dos míticos tritões parece nunca se apagar completamente do imaginário coletivo. Abordados em testemunhos e até registros de valor histórico, a falta de evidência física levou o enigma dos “homens-peixe” a um impasse na investigação científica.

No entanto, a espécie dos tritões parece condenada a inexistência no campo da antropologia teórica. Há razões sólidas para fundamentar tal descarte?

De acordo com as regras biológicas conhecidas, não há razão que impeça a existência de uma ou várias espécies de mamíferos marinhos, como focas e cetáceos, cuja existência tenha passado completamente despercebida à luz da ciência por centenas de anos. De fato, a regra geral parece indicar que a grande maioria das espécies que habita as águas do planeta, ainda está muito além do alcance do conhecimento humano.

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(imagem de vídeo de um flagra em um aquário)

O Estudos dos Mares

De acordo com relatos, durante a administração Kennedy, parte do orçamento dos EUA foi disputado entre a investigação do espaço e do oceano abissal. Mas a corrida espacial ganhou o financiamento do governo e o oceano caiu num esquecimento tão profundo quanto enigmático.

A diferença na disputa científica ocorrida naquela época é bem clara agora: sabemos muito mais sobre a superfície da Lua do que sobre o oceano, que teve apenas uma minúscula fração de sua totalidade mapeada; dezenas de homens visitaram o espaço (com 12 pisando na Lua), enquanto apenas dois pousaram no ponto mais baixo da Terra. No entanto, diante da grande lacuna de conhecimento que temos sobre o mundo marinho (cerca de 97%) e da grande diversidade de espécies por descobrir, o grupo dos tritões parece ter sido deliberadamente excluído de qualquer abordagem científica.

Talvez com a superação de nossos limites científicos identifiquemos espécies genéticas e mamíferos que são homólogos à anatomia do homo sapiens terrestre e um parente tritão possa preencher um novo e imenso ramo de organismos ainda não classificados.


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Fonte: Diversas

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