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A oração pelos Mortos e a Doutrina de Jesus

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A oração pelos Mortos

Muitos aludem a uma extrema heresia este pensamento, quando se toca no tema da oração pelos mortos. A razão nos diz, que os próprios interesses pessoais movidos pelo egoísmo, materializa-se na terra como crença religiosa, onde muitos indiferentes ao sofrimento alheio só destilam temporariamente seus próprios venenos, dos quais um dia serão suas próprias vítimas.

Mais quando alguém morre, essa alma se torna um outro Deus, ou um demônio ? – Para que fosse assim tão inadmissível uma ideia, pensamento ou sentimento que se derive do amor, da misericórdia e principalmente da compaixão ?

Vamos aqui abordar alguns outros pontos a serem expostos, biblicamente de modo mais universal, ao qual deve ser admitido por todas as congregações cristãs, na lógica, pois é uma colocação verbal de Jesus, que está disponível nos evangelhos de qualquer doutrina cristã.

Do outro lado da Vida

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“No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão..” (1 Pedro 3:19)

“Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.” (João 5:25)

- Ora, se Jesus pregou aos espíritos que estão em prisão, é simplesmente porque estes podem se arrepender de suas obras do outro lado da vida, e a esperança, mesmo para aqueles que estão no suporto inferno, não está totalmente definida assim.

Já em João 5:25, se diz que os mortos que ouvissem sua vós ressuscitariam, levando em conta que não se refere ao fim dos dias ao qual vivemos, pois segundo a ressurreição descrita em Ezequiel 37:26 – A época da ressurreição desses mortos, era aquela ao qual Jesus havia se manifestado ao mundo, e ele ainda afirma: “….é agora

Vejam este outro meu Post:  “Você sabia que a ressurreição dos mortos já ocorreu ?

- Se o destino da alma após a morte fosse fixado definitivamente, sem remissão nenhuma, destinada somente ao suplício eterno, pela perda da única saída a salvação na escolha do arrependimento somente enquanto estive-se vivo, como pregam as religiões cristãos mais severas, baseados em suas supostas interpretações, pois os evangelhos nunca afirmaram isso positivamente, estaríamos em contradição com estas duas passagens acima.

Outra coisa importante, Paulo e seus contemporâneas afirmaram (2 Coríntios 5:8 e 9) que após a morte gostariam de serem agradáveis á cristo sendo fora ou dentro de seus corpos, o que nos reporta que essa pregação aos espíritos sofredores, podia ser efetuado também por estes santos desencarnado, assim como prega o Espiritismo (grifo nosso)

A Visão Católica

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“E puseram-se em oração para implorar-lhe o perdão completo do pecado cometido” (2 Macabeus 12: 42)

“Em seguida, (Judas Macabeu) fez uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de 10 mil dracmas, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados” (2 Macabeus 12: 43-46)

- Essas passagem se encontra no livro de 2 Macabeus, um livro deutorocanônico pois na literatura judia, foi escrito em terras pagãs, e em outras línguas, onde parte dos judeus foram exilados.

Este livro faz parte hoje do canon dos católicos e por isso suas crenças, são unanime-te positiva á oração por aqueles que se foram.

O livro de 4 Macabeu é um que também faz parte dos deutorocanônicos, não catalogado canonicamente tanto no judaísmo tradicional, do protestantismo e catolicismo, considerado uma obra apócrifa, mais é o único livro do velho testamento, que sanciona a doutrina do Seio de Abraão, e da imortalidade da alma, tão ensinada por Jesus. (Ver: Seio de Abraão)

Desmentindo aqui a colocação dos protestantes de que Jesus nunca citou um livro apócrifo.

A Vontade de Deus

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Alguns afirmam piamente que a oração pelos mortos além de ser um culto, se faz improdutiva em todos os sentidos, mais na verdade ela se baseia na verdadeira crença da fé em Deus,na sua soberania e misericórdia.

Em (Atos 9:40) Paulo ora para Tabita que estava morta, para ressuscita-la. O profeta Elias em clamor pede pela ressurreição de um menino e assim se sucede.

Em ambos os casos não podemos negar o ato de oração, pela confiança na vontade divina, e se a morte era um estado da vontade do altíssimo, a oração dos profetas puderam muda a história.

As religiões na verdade negando a oração pelos mortos, como saída na verdade se intitulam como as única detentoras (doutrinariamente) da salvação, submetendo muitas almas pelo medo ao ingresso religioso de seus partidos e pelas observação doutrinária impostas de suas conclusões teológicas dogmáticas.

“Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo; …Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.” (Mateus 13: 24e25)

“O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.” (Mateus 13:39)

A Prece pelos Mortos e a Visão Espírita

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Na doutrina espirita em primeiro lugar não se usa o termo “mortos”, pois além de ser um termo muito pejorativo, tanto literal quanto espiritual, se contradiz com a fé cristã espirita e consecutivamente com a fé da imortalidade dada alma.

Simbolicamente este termo foi aplicado em toda bíblia em grande parte, para com aqueles que estavam afastados de Deus em suas condutas morais, como é visto em (Ezequiel 18:27) e (Efésios 5:14). Por isso nela usa-se o termo “desencarnado”.

A prece não tem o poder de alterar os desígnios de Deus, mas serve  como uma ponte de luz que liga o desajustado ou sofredor aos planos mais elevados, atraindo, para eles os espíritos superiores que vêm  em seu auxílio para esclarecê-los, consolá-los e lhes dar esperanças.

Jesus orava pelas ovelhas desgarradas, mostrando-nos que seríamos culpáveis se não fizermos o mesmo com os mais necessitados inclusive com os desencarnados.

A prece feita a esses espíritos torna-se útil desde que ditada por verdadeira caridade, nestas condições a prece tem o condão de estimular ao arrependimento e ao desejo de fazer o necessário para encontrarem a felicidade e, dessa forma estaremos contribuindo para o alívio de suas penas e dores.

A prece é agradável a eles, pois percebem que não estão abandonados a si próprios na imensidão, que há, ainda, na Terra seres que se interessam pela sua sorte e desejam à sua felicidade, pelo seu arrependimento na volta ao bem.

Ela é a verdadeira manifestação do amor e da misericórdia humana em afinidade com as obras do próprio mestre, que nos resgatou de nossos infernos pessoais á mais de dois mil anos atrás.

Autor: Valter J.Amorim

Fonte de Apoio: O Evangelho Segundo o Espiritismo


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