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A Veracidade Milenar do Livro de Mórmon

placas de mormon

A Veracidade Mórmon

O Livro de MÓRMON que para muitos é motivo de fé, baseando-se no que afirma essa religião sobre sua realidade divina, tudo indicar ser uma das maiores fraudes religiosa de nosso século, más que por outro lado sua identidade milenar denota de uma outra realidade obscura ocultada pela ciência ao que envolve a verdadeira história da pré-histórica da humanidade.

A História Mórmon

Conta a história dos mórmons que os descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia, às margens do Mar Vermelho, até chegar na América, desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica, mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde serias a primeira povoação desses colonizadores hebreus que viajaram no barco construído por Néfi.

Os Mórmons reverenciam o Livro de Mórmon como a lembrança inspirada desses povos e a aparição de Cristo a eles logo depois de sua crucifixão em Jerusalém.

Jesus nas americas

Por volta do ano 421 d.C., Morôni, o último dos profetas, selou o registro sagrado e ocultou-o, para ser trazido à luz nos últimos dias. Em 1823 d.C., este mesmo Morôni então, transmutado em Anjo, visitou Joseph Smith lhe revelando o local onde as placas foram armazenadas.

Através do do Urim e Tumim, antigas pedras de adivinhação escondidas junto com as placas, ele foi capaz de traduzir os caracteres para Inglês.

Ele traduzia pondo o Urim e Tumim em um chapéu e colocava seu rosto nele, e no escuro aparecia uma frase com letras romanas. Depois ele ditava ao escriba e assim que estivesse terminado ele dizia que iria aparecer outra e assim por diante. Mas se não fosse escrito corretamente pelo escriba, a frase não desaparecia.

Joseph Smith afirmou que lhe fora ordenado que mostrasse as placas a apenas algumas pessoas. Os relatos destes indivíduos estão escritos no inicio do Livro de Mórmon como o testemunho das "Três Testemunhas" e o testemunho das "Oito testemunhas".

O Verdadeiro Livro de Mórmon

o livro de mormon

Nesta foto rara, fora do conhecimento dos fiéis mórmons, pode se observar o que possível parece ser uma autentica capsula do tempo, uma artefato misteriosíssimo, que foi encontrado em Moron Hill, Colorado, EUA.

Na verdade, sua idade remonta segundo a fonte, milhões de anos, não coincidindo com a história contada por Smith, para com o povo de Manassés que teria ocorrido á 2600 anos atrás.

Além de conter uma simbologia evidentemente cósmica e o que parece eletrônica, tipo um condensador, cuja construção tradicionalmente é moldada mediante a sobreposição de placas metálicas de ouro de modo a abrigar um elemento dielétrico por entre elas.

Esse antiqüíssimo e além de tudo extemporâneo artefato pré-histórico é chamado de "O Livro dos Mórmons" (uma vez que teria sido encontrado pelo Patriarca daquela religião Joseph Smith), estando atualmente sob a guarda do Smithsonian Institution.

as placas de mormon

Mas seria mesmo um "livro"? Aqui vemos a imagem dos misteriosos símbolos contidos naquele curioso artefato pré-histórico, muito evidentemente dotados de um altíssimo teor tecnológico !

As Relíquias do Passado

Valemos lembrar aqui que Smith e seu pai era caçadores de tesouros profissionais, e as Américas são uma rica fontes de artefatos perdidos e ocultos de civilizações perdidas descendentes do povo atlante, e de outras muito mais remotas. Lembremos aqui da “biblioteca de cristal do equador”.

Em 1947, trabalhadores que escavavam a região de Ludlow Yard, retiraram das profundezas do solo este imenso disco metálico, elaborado em um tipo de metal desconhecido na Terra!

relíquia das américas de milhões anos

O estranho objeto, cuja finalidade era desconhecida, tinha alguns símbolos e misteriosas ranhuras estampados. Chegaram até mesmo a dizer que seria parte de um disco voador, muito embora e muito provavelmente deva ter sido um vestígio tecnológico de alguma perdida civilização, originária de um passado remotíssimo e desconhecido, ou mesmo um artefato alienígena! Obviamente, e como aliás sempre acontece, também deram o devido sumiço a ele !

A Religião de Smith

Possivelmente Smith se aproveitou do achado, assim como outros em seu tempo, para inaugurar uma nova religião.

Em 1834, E.D. Howe, no seu livro "Mormonism Unvailed" apresenta uma teoria em que afirma que Smith plagiou material do manuscrito inédito de um romance de Solomon Spalding.

Algumas especulações determinam que Joseph Smith, teria plagiado como é demonstrado textualmente, passagens da bíblia do Rei James, para formular suas histórias.

As Placas Kinderhook

As placas de Kinderhook

As “Placas Kinderhook”, são um grupo de oito placas de metal com estranhos caracteres gravados, desenterradas em 1843 perto de Kinderhook, Illinois, e examinadas por Smith, que começou a fazer uma “tradução” delas. Ele nunca completou a tradução, mas identificou as placas como um “registo antigo”.

Agricultores locais confessaram mais tarde que eles próprios tinham produzido, gravado e enterrado as placas, como uma fraude. Eles tinham copiado os caracteres de uma caixa de chá chinesa, com a intenção de engana Smith.

O curioso é que Smith, conseguiu supor uma possível tradução de uma escrita que supostamente não representava nada, e que segundo ele seria uma continuação para o livro de mórmon.

Baseando nas palavras do diário de William Clayton, seu secretário particular, notemos a conclusão de Joseph Smith para com as placas:

Eu vi seis placas de latão, as quais foram encontradas no condado de Adams por algumas pessoas que faziam escavações no local. Elas estão repletas de inscrições antigas contendo de 30 a 40 caracteres de cada lado das placas. Eu traduzi uma parte delas e descobri que elas contém a história da pessoa com as quais elas foram encontradas. Ele era descendente de Cão, através do lombo do faraó, rei do Egito, e ele recebeu seu reinado do Governante dos céus e a terra.

A Ciência e a Religião Mórmon

O Próprio Instituto Smithsonian, fez recentemente uma declaração sobre o livro de Mormom que no caso aqui é baseado na história interpretada por Smith, afirmando que havia uma completa falta de evidência para qualquer conexão pré-colombiana entre as civilizações do Velho e Novo Mundo. como por exemplo; culturais e animais mencionados no texto do Livro de Mórmon do Velho Mundo, ou evidência de metalurgia, cavalo, veículo de rodas e qualquer escrito hebraico ou escrito egípcio como na pré-Columbus América.

A posição que o Smithsonian havia tomado foi baseado em volumes substanciais de pesquisa científica. Essencialmente todos os cientistas não-mórmons consideram os índios americanos serem descendentes de ancestrais da Sibéria que migraram para as Américas mais de 13 - 15,000 anos atrás através de uma ponte de terra conhecido como estreito de Beringian.

Na década anterior, os cientistas examinaram o DNA mitocondrial de cerca de 2000 índios americanos espalhados em ambos os continentes. DNA mitocondrial é passado de mãe para filho cada geração e pode ser usado para rastrear laços genealógicos. Essencialmente todos estes 2.000 indivíduos tinham DNA mitocondrial que se originou na Ásia. tempos depois 10.000 e ainda não há sinal de uma incursão do Oriente Médio.

Nada AINDA que suporte a migração de judeus antes de Colombo.

Hoje, confirma-se que cientistas já havia testado mais de 5000 índios americanos do Peru e praticamente todas as suas linhagens de DNA vieram da Ásia também. Os antepassados ​​dos três grandes civilizações nas Américas, os astecas, maias e incas, foram essencialmente todos derivados da Ásia.

Estudiosos SUD que realmente trabalham no campo da genética molecular humanos, já admitiram que essencialmente todos os índios norte-americanos parecem ser descendentes de ancestrais asiáticos que migraram para o Novo Mundo mais de 15.000 anos atrás, e que o DNA israelita ainda não foi encontrado entre seus descendentes.

A colonização do Novo Mundo é melhor entendida no contexto da dispersão dos seres humanos no Velho Mundo. Dispersão Humano da África através de Europa-Ásia que começou por cerca de 50.000 anos atrás. Esta migração resultou na colonização generalizada da Europa e Ásia por 30.000 anos atrás e culminou com migrações para as Américas cerca de 20-15,000 anos atrás.

Conclusão:

Como muitos já chegaram a dúvida, na verdade as placas de ouro, batizada de livro de Mórmom, por Joseph Smith na verdade existem mesmo, mais a suposta fraude só podem existir na suposta interpretação e conclusão de Smith, seja lá por qual motivo teve ele em levar adiante suas afirmações, valendo-se de testemunhas fidedignas e de futuros fiéis que por inocência fizerem e fazem desse grande equivoco religioso, histórico e racional, suas regras de fé, num mundo de muitas e muitas ilusões.

Texto: Valter J.Amorim


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2 comentários:
  1. Este foi claramente o resultado de um plano arquitetado com o propósito de simplesmente criar desinformação sobre o verdadeiro livro e suas consequências ciêntíficas.

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  2. Muito bom o texto acima. Todas as 13 regras de fé estão explicitas ou implícitas a ideia de fé. Por isso, não há condição de ilusão na religião, e sim fé. Todos que acreditam em algo, o fazem pela fé e consciência, e achar que algo (como a ciência, p.ex.) nos ajuda para melhor, é ilusão (Voltaire). Então, por que tantos irresponsáveis que navegam na Internet e evangélicos desocupados sentem prazer ou necessidade de caluniar os mórmons? O estadista e positivista brasileiro Benjamin Constant (1836-91) dizia que a calúnia é um assassino moral. Não deveriam os evangélicos, p.ex., buscar mais caridade e evitar acepção de pessoas (leia-se, de outros credos) já que a fé sem obras é morta? Diz em Tiago 2:9 que "Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores". Ao que me parece são os mórmons mais visíveis quando se fala em caridade, ausência de preconceitos de religião, ajuda comunitária e doações para refugiados e vítimas de catástrofes pelo mundo. Injustamente são chamados de seita, mas isso fora o nome do conjunto dos primeiros cristãos. Não deveria, então, ser um termo pejorativo, pois o cristianismo já fora assim chamado e ainda o é (Atos 24:5). Se Cristo assim fora chamado, não deveriam os crentes achar, pois, que ofenderiam um mórmon com tal injúria, antes, deveriam respeitá-lo. O fascismo e arrogância tem sido uma prerrogativa de muitos líderes evangélicos. Na lógica clássica, uma contradição representa uma incompatibilidade lógica entre duas ou mais proposições, que ocorre quando as proposições, tomadas em conjunto, geram conclusões que formam inversões lógicas, geralmente opostas uma da outra. Como ilustração, na lógica aplicada, a lei de Aristóteles da não-contradição afirma que "Não se pode dizer de algo que é e que não é no mesmo sentido e, ao mesmo tempo. Nesse ponto, se duas proposições distanciam-se no tempo e espaço, não sendo anacrônicas mas complementares, então não há contradição! Se tomarmos a Bíblia, seus 40 autores, com diferentes épocas e livros, estes terão certamente, contradições não só de tradução, mas de coerência. Onde estão os livros de Jeú, filho de Hanani e outros profetas do VT, e por que a frase de Jesus "ATIRE A PRIMEIRA PEDRA" não existia num exemplar da Bíblia do séc. IV? (http://noticias.gospelmais.com.br/biblia-nao-possui-fala-jesus-atirar-pedra-74520.html). Ninguém cria mais contradições que o homem, especialmente quando pensa que seu poder é comprometido, por isso muitos evangélicos se incomodam e caluniam os mórmons, religião esta mais organizada, industriosa e coerente que todo o protestantismo em suas diversas legendas empresariais (http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/as-contradicoes-evangelicas/), afinal, o direito de livre interpretação é dado desde a Reforma, e o capitalismo ajudou na distorção da Bíblia, pois ela é mais uma ferramenta para ser adaptada aos crentes comerciais e políticos, exceto para os mórmons que usam-na como "escritura comparável e adequada", quando deveria ser uma pedra fundamental sagrada para evangélicos: nenhum líder evangélico crê na Bíblia, pois o "diabo pode citar as escrituras quando isso lhe convém" (Shakespeare). Senão, para onde destinam riquezas, doações e dízimos, se não se vê melhorias sociais significativas?

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