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A Pedra Atlante da Escócia

A Pedra Newton ou Atlante na Escócia

A "pedra de Newton", em Aberdeenshire, Escócia: uma serpente e os dois globos interligados. O mesmo motivo aparece na peça da antiga joalheria celta, como o brinco, à direita.

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A "Pedra de Newton" é pequena, um pilar modesto em Aberdeenshire, Escócia. Em um dos lados, meio apagada, uma escrita antiga, no outro lado, uma serpente estilizada. Muitos poderiam dizer que se trata de apenas mais uma pedra de marco escocês; entretanto, o pesquisador Stan Hall diz que "Newton" não é uma pedra comum. Antes, guarda o segredo de uma pré-história esquecida. As gravações em sua superfície mostram o nascimento do planeta Júpiter depois de um choque de corpos celestes e mostram, por extensão, que havia uma testemunha dessa catástrofe planetária, alguém que poderia não ser humano.

Sentado em seu flat a beira-mar, em Edinburgh, Stan Hall fala de sua vida como engenheiro de construção antes de uma aventura no Equador que mudou sua vida para sempre. Hall sentiu-se atraído pela América do Sul pelas histórias sobre uma fantástica biblioteca mítica, a biblioteca de ouro e cristal que, conta-se, existe, escondida em um complexo de túneis subterrâneos em algum lugar do Equador.

Em 1976 ele organizou uma expedição para tentar localizar a posição dessas cavernas extraordinárias. Não conseguiu mas ficou convencido que havia encontrado a cidade perdida de Atlantis: "A palavra [Atlantis] vem de Atal e antis. Antis é o nome para os ANDES e Atalsignifica VELHO. A relação desse assunto com a "pedra de Newton" é complexa e envolve uma civilização do passado: a civilização Atlante.

Hall conheceu o trabalho de Juan Moricz - um húngaro que vivia no Equador e afirmava ter visitado a famosa biblioteca. Moricz acredita que a língua falada na América do Sul atualmente é corruptela do antigo mayar; a mesma linguagem poderia ser encontrada nas escritas suméria e assíria e a mesma linguagem dos Atlantes, que teriam espalhado seu idioma e cultura no Oriente depois da crise que os expulsou de seus territórios: "Depois de uma catástrofe interplanetária e cataclismos globais, a língua mayar sobreviveu nos Andes equatoriais, à esquerda do continente de Atl-Antis. Os atlantes atravessaram o Atlantico e o Pacífico para estabelecer uma federação mundial.

A leste, começando pelo Oriente Médio, os colonizadores da Atlântida deixaram sua marca entre "khatti-sars" (assírios); entre Hatti, ou hititas e, finalmente, entre os catti (cassitas). A escrita em uma das faces da "pedra de Newton" seria em língua hitita e, em última instância, mayar dos atlantes. O conteúdo do texto e os desenhos contam, então, a história de uma das catástofes que atingiram a Terra no passado: a instabilidade cósmica decorrente do choque de estrelas que originou os planetas Júpiter e saturno.

Os gregos contam que uma noite "as estrelas caíram"; as maiores civilizações históricas possuem relatos de uma grande catástrofe planetária. Entretanto, nada pode garantir que estes registros tão antigos, como a "pedra de Newton", tenham sido produzidos por humanos terráqueos. Seres de outros quadrantes do universo podem ter estado na Terra em épocas muito remotas. Os ETs teriam, então, deixado o registro dos acontecimentos que testemunharam.

A Biblioteca de ouro e cristal do Equador relaciona-se com esta hipótese, da colonização da Terra por seres alienígenas. A mítica Biblioteca é uma coleção de registros feitos matéria altamente durável: metal e cristal.

IN FONTE Out of this world solution to a Scottish standing stone - HERITAGE SCOTSMAN - publicado em 28/11/2006 por Diane Maclean tradução: Ligia Cabús (Mahajah!ck)


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