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As Crônica de Akakor

Akakor e suas Crônicas

A “Crônica de Akakor”, escrita pelo alemão Gustav Burger, fala sobre uma história que o pesquisador ouviu pessoalmente de um índio branco (Tatunca Nara) líder do povo dos Ugha Mongulala. Esta Crônica fala sobre o antigo Império amazônico de Akakor, governado por tribos indígenas brancas partícipes do pacto do sangue.

A história conta como que deuses vindos do céu, trouxeram os ancestrais brancos deste povo e lhes ensinaram elementos do pacto de sangue, como: o princípio de cerco, construção lítica, forja de armas e agricultura. Fala-se sobre a grande guerra destruidora de Atlântida entre os siddhas leais e traídores, e avançando no tempo, fala-se sobre o contato destes índios com soldados alemães da SS.

O autor do livro foi encontrado morto a tiros no Rio de Janeiro, sem que nada lhe fosse roubado. Um padre do Acre que teve contato com esta história e contato com o índio branco, morreu assassinado também. Segundo a Crônica, os índios de Akakor teriam sido o primeiro povo a participar do pacto de sangue em toda a história. Artefatos encontrados na Amazônia incluem utensílios de pedra, e peças de cerâmica muito mais antigas que as presentes nos Andes

Trechos da Crônica de Akakor:

Falaste acerca do meu povo como um homem que pensa que é deus e que pode decidir da vida e da morte. Mas sabes também que a vida real se estende para além da morte? Eu, tu, todos nós tivemos uma existência antes desta vida. E viveremos também depois da nossa morte. Os sentimentos transitórios nos são alheios. O prazer e a tristeza, o calor e o frio não significam nada para nós. Libertamo-nos desses sentimentos passageiros, somos realmente livres.

E só quem reconheceu esta verdade, o verdadeiro significado da vida e da morte, pode entrar na segunda vida. Porque o essencial Eu que mora no nosso corpo não está sujeito nem ao tempo nem ao espaço Excerto claramente falando sobre o Eu espiritual e a condição do espírito livre além do tempo e espaço

Uma vez mais, os nossos sacerdotes podem interpretar os acontecimentos devastadores. Dizem que no período antes da hora zero existiu também outra nação de deuses que eram hostis aos nossos Primitivos Mestres. De acordo com as imagens do Grande Templo do Sol de Akakor, as estranhas criaturas pareciam-se com humanos. Tinham muito cabelo e uma pele avermelhada. Tal como os homens, tinham cinco dedos nas mãos e nos pés. Mas dos ombros saiam-lhes cabeças de serpentes, tigres, falcões e outros animais.

Os nossos sacerdotes dizem que estes deuses também governaram um enorme império. Também possuíam o conhecimento que os tornava superiores aos homens e iguais aos Primitivos Mestres. As duas raças de deuses que estão representadas nas imagens do Grande Templo do Sol de Akakor começaram a guerrear-se. Queimaram o mundo com calor solar, e cada um tentou tirar ao outro o seu poderio.

Iniciou-se uma tremenda guerra entre os planetas e esta guerra levou o meu povo à perdição. No entanto, pela primeira vez, a providência dos Deuses salvou os Ugha Mongulala . Recordando as últimas palavras dos nossos Primeiros Mestres, que anunciavam a catástrofe, Ina comandou a retirada para as moradias subterrâneas. Acima, referência a Batalha Final de Atlântida. Estas moradias subterrâneas são semelhantes às dos atumurunas mencionados no “Mistério de Belicena Villca”.

O meu povo recorda o império de Samon e as dádivas a Lhasa – os pergaminhos escritos e as pedras verdes. Os nossos sacerdotes preservam-nos no complexo subterrâneo do templo de Akakor, onde estão guardados o disco voador e a estranha nave, que pode passar sobre as montanhas e água. O disco voador tem a cor brilhante do ouro e é feito de um metal desconhecido. Tem a forma de um cilindro de argila e a altura e a largura de dois homens um sobre o outro. No disco há espaço para duas pessoas. Não tem nem velas nem remos. Mas os nossos sacerdotes dizem que Lhasa podia voar mais depressa com ele do que a águia mais forte e podia atravessar as nuvens tão ligeiro como uma folha levada pelo vento.

Uma referência à "pedras verdes", talvez as próprias pedras de Vênus. Referência a um veículo utilizado pelos siddhas, as chamadas “vimanas” dos mitos hindus. Nestes discos, o condutor resigna o arquétipo gravis, distorcendo o espaço em volta da nave, para deslocar-se rapidamente e sem sofrer os efeitos da inércia.

Depois das terríveis guerras contra os Bárbaros Brancos, o povo de Akahim destruiu casas e templos que ficavam à superfície e retirou-se para as moradias subterrâneas. Essas habitações são desenhadas como a constelações dos Deuses e têm comunicação entre si por meio de túneis de forma trapezóide Um dos mapas mostra que a nossa Lua não é a primeira na história da Terra. A Lua que conhecemos começou a aproximar-se da Terra e a andar-lhe em redor há milhares de anos. Nessa época, o mundo ainda tinha uma outra face.

A oeste, onde os mapas dos Bárbaros Brancos só mostram água, havia uma grande ilha. E uma gigantesca massa de terra existia igualmente na parte norte do oceano. De acordo com os nossos sacerdotes, tanto uma como outra desapareceram sob uma enorme massa de água durante a primeira Grande Catástrofe, a guerra entre as duas raças divinas. E acrescentam que esta guerra não só devastou a Terra como também os mundos de Marte e Vênus, tal como lhes chamam os Bárbaros Brancos.

Os “Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea” confirmam que a atual Lua em órbita não é a primeira. O trecho também faz menção ao continente de Atlântida e talvez à Lemúria. Textos da SH também falam a respeito da devastação de Marte e Vênus pelas potências da matéria.

Baseados nos documentos deixados pelos Deuses, os nossos sacerdotes sabem muito do que ficou oculto para os Bárbaros Brancos. Eles conhecem as menores e as maiores coisas da Terra e o material de que cada coisa é feita. Estudaram o curso das estrelas e as relações da natureza. Investigaram as forças espirituais do homem e como as regular e aplicar. Os nossos sacerdotes aprenderam a fazer voar os objetos através do espaço e a abrir o corpo dos doentes sem lhes tocar. Sabem transmitir o pensamento sem palavras. Isto os habilita a comunicar uns com os outros a grandes distâncias, não em pormenor, mas a chegar à conclusão de que o seu coração está cheio de tristeza ou de alegria.

Mas para esta espécie de comunicação é necessário o conhecimento do legado dos Deuses e absoluto poder sobre as forças mentais. A Crônica de Akakor é testemunha perante a História do mais antigo povo do mundo, desde o início, a hora zero, quando os Primitivos Mestres nos deixaram, até ao momento atual, quando os Bárbaros Brancos estão a tentar destruir o nosso povo. Explica o testamento dos Antigos Pais – o seu saber e a sua prudência. E descreve a origem do tempo, quando o meu povo era o único do continente e o Grande Rio ainda corria de um e de outro lado, quando o país era ainda plano e suave como o lombo de um cordeiro. Tudo isto está escrito na crônica, a história do meu povo, desde a partida dos Deuses, a hora zero, que corresponde ao ano de 10.481 A.C .

O autor neoclássico Dante Alighieri, em sua “Divina Comédia”, escreve sobre o Cruzeiro do Sul em uma estrofe, sem nunca tê-lo visto, dizendo que a constelação era conhecida pela gente primitiva ou primordial. E lamenta que a constelação não possa ser vista nas terras setentrionais. Segundo a “Crônica de Akakor”, os habitantes da América do Sul seriam a gente primordial, e os ugha mongulala se referem a si mesmos desta forma. Possivelmente Dante referia-se a esta fato. Há uma relação entre este túnel trapezóide mencionado na Crônica com outro túnel idêntico e distante, aquele que seria caminho rumo ao "Antro da Síbila". Este túnel foi encontrado pelo arqueólogo Amedeo Maiuri em 1932 .

Ankakor e o Antro da Síbila

As síbilas eram profetizas de destaque na cultura greco-romana; uma das mais famosas foi a "Síbila de Cuma". Cuma é uma região da Itália, próximo de Nápoles, que foi a primeira colônia grega dentro da península Itálica, primeira da Grécia Magna. Em Cuma, foram construídos grandes templos dedicados à Apolo e Zeus, e era onde ficava um dos oráculos de Apolo Segundo uma lenda romana, o 5º rei de Roma, Lucius Tarquinius Priscus, (Tarquinius, o ancião) foi visitado pela síbila que lhe ofereceu 9 livros proféticos. Aqueles que foram comprados,(três livros) foram guardados no Templo de Júpiter na Colina do Capitólio, em Roma, e somente eram consultados em casos de emergência.

Após o incêndio deste templo em 80 A.C, começou-se a recoletar profecias da Síbila em todas as partes do Império, o material adquirido e considerado legítimo foi posto no templo reconstruído. Por determinação do imperador Augustus, os escritos foram transferidos para o templo de Apolo na Colina Palatina. Em 405 D.C , eles foram queimados pelo General cristão Flavius Stilicho, por considerá-los pagãos No épico "Eneida" de Virgílio, o troiano Enéias é conduzido por esta Síbila até o Tártaros, cuja entrada estava próximo da crátera de Avernus na região.

A Crônica de Akakor em português para baixar: http://www.4shared.com/document/fGqfwwXJ/Crnica_de_Akakorportugues.html Em espanhol, mas com imagens, incluindo fotos do índio branco: http://www.4shared.com/document/PvMDAoyK/Brugger_Karl_Cronica_de_Akakor.htm Reportagens : http://historia.abril.com.br/politica/transamazonica-estrada-tamanho-brasil-433869.shtml

"Em outro caso, a aproximação resultou numa surpresa aos integrantes da Funai: depois de viajar oito dias de barco, uma expedição de sertanistas topou com uma tribo de índios de olhos azuis da margem do igarapé Ipixuna, afluente do rio Iriri, na região de Altamira (PA)."

"Depois de atravessar o Nordeste, a “rodovia da integração nacional” entra no Pará, onde percorre 1569 quilômetros, (só 180 asfaltados). Nos anos 70, na região de Altamira, uma expedição da Funai deparou com uma tribo de índios de olhos azuis que jamais haviam tido contato com a civilização" Unesco pode transformar marcas milenares no AC em patrimônio mundial Círculos, quadrados e octógonos gigantes no chão têm mais de mil anos. Estruturas, que só podem ser vistas de avião, são chamadas de geoglifos.

http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1302172-16052,00-UNESCO+PODE+TRANSFORMAR+MARCAS+MILENARES+NO+AC+EM+PATRIMONIO+MUNDIAL.html

Fonte: http://novasuabia.blogspot.com.br


1 comentários:
  1. seria akakor visões "místicas"?do plano espiritual?

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