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A Culpa e a Responsabilidade

Sentimento de culpa e Responsabilidade

“Procure conversar abertamente com as pessoas a quem prejudicou; não tenha vergonha de pedir perdão ou desculpa, e verá que aos poucos tudo irá se normalizar...” O sentimento de culpa provoca uma ação corrosiva nas estruturas do períspirito e do corpo físico, provocando distonias físicas e mentais às vezes de difícil diagnóstico e de difícil cura, pois provêm dos nossos próprios pensamentos descontrolados pela auto-piedade, restringindo a ação dos anticorpos que defendem o nosso organismo, permitindo a ação nefasta dos vírus e das bactérias.

É muito comum culparmos os outros pela nossa infelicidade, ou seja, por tudo que nos acontece de ruim, quando, na realidade, somos nós mesmos que atraímos aqueles acontecimentos, seja nesta vida ou em outra passada, isto porque a nossa percepção nos engana, e nos faz pensar que não existe justiça no mundo, e que as coisas acontecem sem nenhuma lógica.

Isto é tão real, que muitas pessoas passam anos ruminando idéias de injustiça, colocando-se na posição de vítima eterna, sem esboçar nenhum esforço para sair da posição cômoda de beneficiário das Leis Divinas. Hoje, quase todas as doutrinas e religiões já admitem que os acontecimentos são apenas resultados do que fizemos antes ou agora, no presente, ou ainda uma variante de nosso estado mental.

O Universo em que vivemos é regido por leis precisas e duras, que não podem ser adulteradas, em especial a Lei de Causa e Efeito, que obriga a ressarcir os débitos da retaguarda.

É muito importante não procurar culpados para os nossos problemas, e, sim, olhar para dentro de nós, assumindo inteiramente a responsabilidade direta pela nossa vida e pelos nossos atos. O sentimento de culpa está intimamente ligado ao arrependimento e ao remorso, que são duas formas de crescimento espiritual, mas não deve se fixar em nosso pensamento, pois não resolve absolutamente nada.

Somente a ação determinante do trabalho nos fará esquecer as cenas e os atos deprimentes de nossa autoria, de nada adiantando as lágrimas despropositadas, sem que seja evidenciado um esforço no sentido de reparar as faltas cometidas.

Procure conversar abertamente com as pessoas a quem prejudicou; não tenha vergonha de pedir perdão ou desculpa, e verá que aos poucos tudo irá se normalizar, e que, em muitos casos, os inimigos de ontem se transformam em verdadeiros amigos de hoje.

Desfaça-se do ódio, do rancor, do ressentimento e da raiva, que são pesos difíceis de serem carregados, e minam nossas forças espirituais e físicas, adotando a prática do amor, da solidariedade, da bondade e da paz.

Fonte: TEXTOS EXTRAÍDOS DO LIVRO REFLEXOS DE LUZ – DJALMA SANTOS


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