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O Manvantara - A respiração de Deus e o verdadeiro Fim do Mundo

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O Grande Plano

Existe um mal entendimento sobre a questão de fins de ciclos por muitos, principalmente quando se diz em 2012 hoje, muitos tratam este fim de ciclo com uma simples palavras “fim do mundo”. Esta palavra também é até aceita por muitos cristãos, baseados em seus princípios doutrinários, mais vale ressaltar aqui que o próprio Jesus, referiu-se á uma nova terra, e um novo céu.

Manvantara e a Criação

O verdadeiro sentido da palavra fim do mundo, está caracterizada de forma científica hoje, que se dará pela morte do nosso sol ou sua extinção, por volta do ano 1.500.001.997 d.C.

O que é ainda mais curto do que estipulado pelos hindus em seus livros sagrados. Pois pelos livros sagrados, temos uma diferença de 526.504.891 anos a mais do que pela ciência moderna, causando assim a destruição de nosso sistema solar, processo este que é natural nas ordens da criação e esta data está muitos longe desta nossa quinta era á que adentraremos agora (aquário).

O Manvantara O Grande Plano, ou "Manvantara" da escolástica oriental, que os hindus também classificam de uma "pulsação" ou "respiração" completa de Brahma, ou de DEUS, é considerado o "tempo exato" em que o Espírito Divino "desce" até formar a matéria e depois a dissolve novamente, retornando à sua expressão anterior.

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A Grande Gênese

Um Grande Plano abrange a gênese e o desaparecimento do Universo exterior e compreende 4.320.000.000 de anos do calendário terreno, dividido em duas fases de 2.160.000.000 anos, assim denominadas; o "Dia de Brahma", quando Deus expira ou se processa a descida angélica até atingir a fase derradeira ou matéria ou "energia condensada"; a "Noite de Brahma", quando Deus então aspira ou dissolve o Cosmo exterior constituído pelas formas.

Assim, cada fase chamada o "Dia de Brahma" e a "Noite de Brahma" perfaz o tempo de 2,100.000.000 anos terrestres, somando ambas temos o total de 4.320.000.000 anos, em cujo tempo DEUS completa uma “Pulsação” ou “Respiração”, subentendidas pela mentalidade ocidental ocultista como um Grande Plano na Criação Eter¬na.

Cientificamente

Assegura a vossa ciência que o Universo se encontra em fase de contínua expansão; assemelha-se à gigantesca explosão dilatando-se em todos os sentidos. Efetivamente, a imagem está próxima da realidade; entretanto, como o tempo no vosso mundo é relativo ao calendário humano, não podeis avaliar essa explosão na eternidade da Mente Divina.

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Para Deus, esse acontecimento entre principiar e cessar a explosão é tão instantâneo como o explosivo que rebenta no espaço de um segundo terrestre. No entanto, desde os velhos iniciados dos Vedas e dos instrutores da dinastia de Rama, esse tempo de expansão, que é justamente quando Deus cria e depois dissolve o Universo exterior, é conhecido por "Manvantara", e significa um período de atividade e não de repouso, podendo ser concebido no Ocidente como um "Grande Plano" ou "Respiração" completa do Criador, dividida na diástole e sístole cósmicas .

Em suma: aquilo que para os Vedas, "uma respiração ou pulsação macro-cósmica de Brahma ou Deus, corresponde a uma respiração microcósmica do homem". Os hindus também costumam definir por Manvantara um período de atividade planetária com suas sete raças. Sob admirável coincidência, justamente quando revíamos as provas do presente capítulo, surpreendemo-nos pelo artigo "Universo em Expansão", de Mendél Creitchmann, publicado no jornal "O Estado do Paraná", de domingo, dia 17 de janeiro de 1965, cujo trecho de interesse transcrevemos a seguir: "UNIVERSO EM EXPANSÃO — A solução de Friedman, matemático russo, das equações de Einstein acerca do universo, conduziu à possibilidade de um Universo em expansão ou contração.

Como relatamos em capítulo anterior, esse matemático descobriu um engano na solução final das equações sobre o universo elaboradas por Einstein. Um dos tipos de Universo que as equações indicam é o que chama Gamow de pulsante. Admite este modelo que, quando o universo atingisse uma certa expansão máxima permissível, começaria a contrair-se. A contração avançaria até que sua matéria tivesse sido comprimida até uma densidade máxima, possivelmente a do material nuclear atômico, que é uma centena de milhões de vezes mais denso que a água. Que começaria então novamente a expandir-se, e assim por diante através do ciclo até o infinito".

O Sopro Divino e as Religiões Orientais

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(O Manu Vaivaswata segurando o deus Vishnu encarnado na forma de um peixe (Matsyavatara), no início do atual Manvantara.)

Hosanas, pois, aos velhos mestres do Oriente, que há mais de 4 000 anos vêm ensinando o "Universo Pulsante" através dos Manvataras, da Grande Respiração ou Pulsação de Brahma, ou Deus, cuja diástole, e sístole cósmicas correspondem exatamente à concepção de um Universo em expansão e contração, da nova teoria Científica dos astrônomos modernos. Pouco a pouco desvendam-se os símbolos da escolástica hindu, e graças à cooperação da própria ciência acadêmica, ergue-se o "Véu de Ísis" e surge o ensinamento ocultista oriental em todo o seu preciosismo e exatidão científica.

Deus se sucede no "tempo" simbólico de um segundo terrestre, para nós, suas criaturas, abrange 4.320.000.000 de anos terrestres. Isto significa para Ele a sensação comum que tereis com os fogos de artifícios. O Universo é a sucessão consecutiva de "Manvantaras" ou "Grandes Planos", a se substituírem uns aos outros, nos quais formam-se também as consciências individuais, que nascidas absolutamente ignorantes e lançadas na corrente evolutiva das cadeias planetárias, elas despertam, crescem, expandem-se, absorvem o "bem" e o "mal" relativos às faixas ou zonas onde estacionam e depois, conscientes do seu próprio destino, atingem o grau da angelitude!

Deste modo, os espíritos angélicos, como consciências participantes do Grande Plano, passam então a orientar e "guiar" aqueles seus irmãos, almas "infantis" que vão surgir no próximo Grande: Plano ou "Manvantara" vindouro. Esta é a Lei Eterna e Justa; os "maiores" ensinam os "menores" a conquistarem também sua própria Ventura Imortal!

Autor: Ramatís ( Da Obras “O Sublime Peregrino”)


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