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A Emigração dos Espíritos Capelinos (segundo Akhenaton)

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A Emigração dos Espíritos Capelinos

Antes de falarmos no planeta intruso, vamos lembrar um pouco de um episódio acontecido há milhares e milhares de anos em Capela, um mundo que viveu naquela época os acontecimentos que a Terra está passando nos dias atuais.

Capela, também chamado de Cabra pelos terrícolas, é uma estrela de primeira grandeza que junto a outras, compõem a Constelação de Cachoeiro. A distância da Terra a Capela é de 45 anos-luz e está situada no hemisfério Boreal, limitada pelas constelações de Girafa, Perseu e Lince. É um sol novo e sua humanidade atual é bastante evoluída. Agora, valemo-nos de uma mensagem psicografada por América Paolielo Marques, de Akhenaton, que foi um dos faraós do antigo Egito, para revelar o que se segue. Esse ser é um dos componentes da Espiritualidade Superior, que coordena os trabalhos da nossa Casa.

Os Emigrantes Espirituais

"Quando Capela, uma das muitas moradas instituídas pelo Pai para abrigar as criaturas, atingiu um grau evolutivo superior, seus habitantes que não conseguiram, por negligência, integrar-se em sintonia, foram exilados para o planeta Terra. Aqui, mergulhados na atmosfera pesada característica dos mundos atrasados, poderiam, não só ativar a própria evolução espiritual, como também transmitir a luz de seus conhecimentos à humanidade que os recebia, atendendo assim ao dever de gratidão para com ela.

A maior parte desses espíritos, formando grande legião, encarnou na Atlântida, impulsionando- lhe o progresso de forma decisiva. Entretanto, poucos foram, os que nessa "nova morada", conseguiram libertar-se de suas deficiências. Por orgulho e egoísmo, voltaram a precipitar-se em quedas constantes. Em vez de sanearem o ambiente para onde haviam emigrado, por seus desmandos e infrações contra os preceitos da Lei Divina - que conheciam muito bem -, criaram um ambiente de tão baixo teor que as reações de "causa e efeito" provocaram convulsões geológicas e cataclismos sucessivos, cujo epílogo foi o afundamento desse continente nas profundezas do oceano.

Porém, essa legião de "espíritos rebeldes", condenados a prosseguirem sua peregrinação pela Terra, reencarnou diversas vezes estabelecendo-se em agrupamento e regiões de acordo com as afinidades que apresentavam. Numeroso contingente dessas almas fixou-se no aprazível Vale do Nilo, onde conforme já ocorrera na Atlântida, demonstrou elevado grau de cultura, difundindo conhecimentos que ainda assombram os historiadores e arqueólogos da atualidade. Tornou-se então o Egito o expoente máximo da civilização daquela época remota, irradiando luz da sabedoria. Porém, infelizmente, vícios milenares que os perturbavam, voltaram à superfície, aviltando a consciência desse povo.

Se ensinavam ao rude lavrador os meios de tirar maior rendimento de suas terras, mediante novos processos agrícolas, se asseguravam melhor saúde ao povo utilizando seus conhecimentos de medicina ou anunciavam com precisão os fenômenos astronômicos e físicos da natureza, também exploravam a massa dos oprimidos, submetendo-os à servidão de uma casta de privilegiados que monopolizavam o poder. Vedavam ao povo o contato com as Verdades Eternas, cultuando-as somente dentro de suntuosos templos, tudo fazendo para, ante os olhos dos pobres e ignorantes serem considerados como criaturas privilegiadas.

E assim usufruíam as regalias de uma vida de prazeres mundanos e de comodidades supérfluas. Os abusos sucediam-se e a obra do Senhor era atraiçoada e retardada pelos falsos obreiros. Porém, como a evolução dos povos e dos mundos obedece a um determinismo inderrogável, quando se aproximou a época da última oportunidade para essa civilização cumprir sua tarefa, encarnou no Egito um contingente de espíritos pertencente a essa família espiritual.

Promoveriam uma reforma não só quando às diretrizes e prerrogativas a serem concedidas ao povo egípcio, como também trariam à consciência geral a luz da verdade, que até então tinha sido monopólio dos nobres e da casta sacerdotal. Infelizmente, porém, todos eles, alimentando os sentimentos de orgulhos e egoísmo, falharam mais uma vez na missão que lhes fora confiada.

No entanto, amargurados pelas decepções e erros de muitos séculos, hoje encontram-se encarnados seguindo novo roteiro. Enfim, desejam dar testemunho positivo de aceitar incondicionalmente a função de instrumentos obedientes aos desígnios do Pai Celestial. Chamam a si as criaturas por eles prejudicadas no passado e as envolvem na vibração do seu amor já purificado.

Anseiam pelo época na qual a vida na Terra se transformará num banquete de luz, mas acima de tudo, sua felicidade se baseia na tarefa de atrair as almas dos que não conseguem ver o Farol que há 2 mil anos se acendeu na Galiléia, destinado a ensinar à humanidade o Caminho, a Verdade e a Vida. A serviço de Deus, procuram doar suas forças e transpor os obstáculos que em diversas encarnações os tinham impedido de servir ao Pai com absoluta fidelidade".

Mensagem de Akhenaton - Grupo de Estudos Ramatis - Vitória, ES

Fonte: Livro Ramatís - Perguntas e Respostas


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