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O Mito do Dilúvio Universal e o fim da Atlântida

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O Dilúvio Universal ou fim da Atlântida

Quando estudamos as lendas do dilúvio um fato vem à luz: todas as civilizações parecem ter a mesma história. Seria plausível que histórias de um dilúvio, da salvação de pessoas escolhidas por Deus para continuar a civilização e da construção de uma grande arca antes do dilúvio fosse propagada através da Ásia pelas grande rotas das caravanas. Explicar a semelhança entre as lendas nórdicas e celtas já seria mais difícil.

É concebível que os povos mediterrâneo conservassem a tradição de um desastre comum a todos, mas como os índios americanos poderiam saber disso e ter lendas quase idênticas?

Dilúvio na América do Norte

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Os primeiros colonizadores da América do Norte anotaram uma lenda das tribos dos Grande Lagos: Há muito tempo o pai das tribos indígenas habitava a região do sol nascente. Avisado em sonho de que um dilúvio cairia sobre a terra, ele construiu uma jangada na qual se salvou com sua família e todos os animais.

Navegou por muitos meses. Os animais, que naqueles tempo falavam, relamavam contra ele. Finalmente uma nava terra apareceu, e ele desembarcou com todos os animais, que desde então perderam a fala, como castigo por suas conspirações contra o seu salvador.

Mais Lendas de Dilúvios

George Catlin, antigo estudioso dos índios americanos, cita uma tradição em que o personagem principal é conhecido como “ o único homem” que “viajou” através da aldeia, parando em cada cabana e gritando até que o dono da cabana viesse perguntar o que acontecera.

A essa pergunta ele respondia contando a histéoria da “triste catastrofe que se abatera sobre a superfície da terra através de uma inundação”, e dizendo que era “ a única pessoa salva da calamidade universal”; atracou seu barco numa montanha do oeste, onde mora agora, e veio abrir uma farmácia. Para isso precisava de ferramentas que lhe seriam dadas pelo proprietário de cada cabana; se isso não fosse feito haveria um novo dilúvio e ninguém se salvaria, já que era com essa ferramentas que o barco seria contruido.

Os Hopis

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Uma Lenda Hopi descreve um lugar em que grandes cidades foram criadas e a navegação; mas quando o povo se tornou corrupto e violento, um grande dilúvio destruiu o mundo.

“Ondas mais altas que as montanhas caíram sobre a terra; os continentes se partiram e foram submersos pelos mares. “ A tradição iroquesa sustenta que o mundo foi destruído pelas águas, e apenas uma família se salvou, com dois animais de cada raça.

América Central

De acordo com antigos documentos astecas, Por exemplo, o Noé do México foi Coxcox, também chamado de Teocipactli ou Tezpi, que salvou com sua mulher num barco ou jangada de cipestre. Pinturas retratando o dilúvio foram descobertas entre os astecas, mistecas, zapotecas, tlascalanos e outros.

A semelhanças da tradição desses povos com a narração da Gênesis e dos documentos caudeus é impressionante : “Tezpi embarcou numa grande arca com sua mulher, seus filhos, alguns animais e sementes, cuja preservação era fundamental par a sobrevivência da raça humana.

Quando o Deus supremo Tezxatlipoca decidiu que as água baixassem, Tezpi enviou um abutre; mas o pássaro, vendo as carcaças que cobriam a terra, não voltou. Tezpi enviou outros pássaros, m´s só o beija-flor voltou, trazendo um galho no bico. Então Tezpi, vendo que o campo já estava florescendo, deixou a arca no Monte Colhucau”.

Os Maias

O Popol Vuh era uma crônica escrita em hierógrifos maias que foi queimada pelos espanhóis durante as guerras de conquistas e depois traduzida de memória para línguas latinas. Essa lenda maia sobre o dilúvio conta o seguinte: “ Então as águas foram agitadas pelo desejo do coração do Paraíso (Hurakán), e uma grande inundação arrasou essas criaturas....Eles foram tragados e uma névoa escura desceu dos céus....a terra escureceu, e uma chuva torrencial cai – chovia de dia e de noite....Houve um estrondo sobre suas cabeças, como se fosse produzido por fogo.

Então os correram, tentaram salvar-se uns aos outros, cheios de desespero; tentaram subir nas casas e as casas caíam; tentavam subir nas árvores e estas caíam; tentavam entrar nas grutas, e elas fechavam.....Água e fogo contribuíram para a ruína universal durante o ultimo grande cataclismo que precedeu a quarta criação.”

Colômbia

Os índio colombianos, os chibchas, têm uma lenda que diz que o dilúvio foi causado pelo deu Chibchacun, condenado pelo deus supremo Bochica a sustentar a terra sobre suas costas. Diz-se então que os terremotos acontecem quando Chibchacun se mexe. (Na lenda grega, Atlas sustenta o céu, e às vezes a terra, em seus ombros) E a lenda do dilúvio dos Chibchas é muitos semelhante à grega; para se livrar da água que cobria terra após o dilúvio, Bochica abriu um barranco em Tequendama- na lenda grega as águas desaparecem pelo orifício de bambibia.

América do Sul

Na costa leste da américa do sul os índios guaranis têm uma lenda sobre Tamandará que, quando as chuvas caíram e começaram a inundar a terra; ficou no vale, em vez de subir para as montanhas com seus companheiros. Quando as águas subiram ele subiu numa palmeira e comeu frutas enquanto enquanto esperava.

As águas arrancaram a palmeira, e Tamanaré e sua mulher usaram-na como barco, enquanto a terra, as florestas e as montanhas desapareceram. Quando as águas tocaram o céu, Deus fez com que elas parassem, e Tamandaré, que parara no alto de uma montanha, desceu ao ouvir o bater das asas de um pássaro celeste como sinal de que as águas estavam acabando, e começou a repovoar o mundo.

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Coincidências

Os Nóes do Mediterrâneo, Europa e Oriente Médio devido á existência de documentos escritos, são melhores conhecidos por nós. Com o nome próprio de Ut-Napishtim da Babilônia, o BaBaisbata do Marabarata indu, o Yima da lenda persa e o Deucalion da mitologia grega, que repovoaram a terra com pedras que se transformaram em homens, Aparentemente existiram vários Noés, mas um não sabia da existência do outro.

A Razão

A razão do dilúvio, em todas essas lendas, é quase sempre a mesma : a humanidade se tornou má, e Deus decidiu destruí-la, mas salvou um casal bom que começasse tudo de novo.

O Paraíso Perdido

Além dessas tradições comuns, há a questão do próprio nome, isto é, dos nomes dados ao paraíso terrestre ou ponto de origem da tribo ou nação. Esses nomes são especialmente semelhantes entre os índios da América dos Sul e do Norte, que correspondem à Aztlan e Atlán, Tolán, e do outro lado do Atlântico na semelhança dos nomes de terra perdida, como Avalon, Lyonesse, Ys, Antilhas, a ilha Atlântica das sete cidades e, no antigo Mediterrâneo, Atlantis, Atalanta, Atarant, Atlas, Aaru, Aulu e outras mais.

Segundo Donnelly, um dos maiores pesquisadores no assunto “.....Todas as raças civilizadas do mundo herdaram alguma coisa da civilização de épocas mais antigas; e assim como “todos os caminhos levam a Roma”, todas as linhas convergentes da civilização levam à Atlantida...’’.

Timaeus Critia

Este dialogo foi escrito por Platão no século IV a.c, que se referia ao continente perdido de Atlântida, dialogo descrito por Sólon em uma de suas viagens ao Egito, onde através de um sacerdote Egipcio, que Le informou de registros antigos da existência de um continente, além das Colunas de Hércules(antigo nome de Gilbratar) perdido á muito tempo no fundo do mar.“Era maior que a Líbia e a Ásia juntos, com montanhas majestosas, ferteis planícies, rios navegáveis, ricos depósitos de minerais e a população grande e trabalhadora”

O Profeta Adormecido

Segundo o médium Edgar Cayce em 1945, conhecido como o profeta adormecido, com lembranças de outras encarnações suas e de outras pessoas que ele leu, mais ou menos setecentas entrevistas psíquicas em estado de transe.

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Nas histórias estão todas retratradas a história de Atlantida, desde sua origem até a sua idade do ouro, com suas grandes cidades de pedras, quando possuía todos os tipos de comodidade modernas, tais como comunicações de massa, transporte por terra, aéreo e submarino, e alguns que ainda não atingimos, tais como a neutralização da gravidade e a utilização de energia solar através de cristais de “pedras de fogo”.

E o Mau uso desses cristais causou dois dos cataclismos que vieram a destruir Atlântida. “A deterioração da civilização da Atlantida, segundo as leituras de Cayce, foi a causa de sua destruição final. Os fatores incluíam descontentamento do povo, escravidão dos trabalhadores e “misturas”(filhos resultantes das relações entre humanos e animais), conflitos entre “Filhos da Lei Única”e os depravados “ Filhos do Demônio”, sacrifícios humanos, adultérios e fornicações generalizadas e mau uso das forças da natureza, principalmente o emprego das “pedras de fogo”.

Que eram usadas para castigo e tortura.” Quanto à referência de Cayce à deterioração ou autodestruição da Atlântida, basta substituir as palavras “pervesão”por “materialismo” e “pedras de fogo” por “bombas”, para termos uma mensagem que se aplica a nossa época atual.Sabendo que estamos numa época em que se fala em predomínios oligárquicos para um controle mundial, desvalorização dos princípios espirituais e todos os setores de nossa sociedade, será que o fim da Atlântida, não seria uma visão da nossa futura humanidade?

Fonte: do livro: O Mistério de Atlântida de Charlie Berlitz Demais notas e edição : Valte.j.Amorim


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