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Uma região da Jordânia sofreu um super-aquecimento de até 400 ºC durante em um dia

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Inferno na Jordânia

Uma região da Jordânia sofreu um aquecimento de até 400 ºC durante todo uma dia, queimando tudo na área e matando várias ovelhas. O fenômeno foi descoberto por acaso quando as ovelhas entraram no terreno enquanto estavam pastando. Abaixo segue trechos de reportagens tiradas do Estadao, Arab News e Jordania Times.

AMÃ-Jordânia - As autoridades jordanianas investigam a partir desta quarta-feira, dia 7, o que motivou um repentino aumento da temperatura em até 400ºC em um local próximo a Amã, informaram fontes oficiais.

Nota: No Jordania Times, a temperatura que os oficiais relataram era entre 400 e 450 graus.O fenômeno ocorreu na terça-feira, 6, em uma área de quase dois mil metros quadrados na província de Balqa, 15 quilômetros ao oeste de Amã, segundo o governador dessa província, Abdul Khalil Sleimat.

Nota: No estadão, que fez a tradução da matéria da arab news, (mas fonte da notícia como Efe), diz que a área tinha dois mil metros quadrados, já na Jordan Times a informação é de que a região era de 50×60 metros quadrados. Para complicar ainda mais no final do artigo da Jordânia Times (mais abaixo) informa que a área era 2 dunums, ou 5001 metros quadrados, mas talvez estejam se referindo a toda a região da qual a população foi removida. “O fenômeno foi descoberto por acaso quando ovelhas entraram no terreno enquanto estavam pastando”, disse o governador.

Sleimat contou que, de acordo com os pastores que cuidavam das ovelhas, os animais “foram completamente queimados e desapareceram”. De acordo com o jornal Jordan Times, o chão do local estava excepcionalmente quente até terça-feira, e uma vez que todo o material foi lançado na área queimava rapidamente e fumegava em chamas. As autoridades isolaram a área e retiraram os moradores do local, acrescentou o governador.

O Governo jordaniano deixou a investigação do fenômeno a cargo de um painel com membros da governo, Autoridade de Recursos Naturais (NRA), o Centro Geográfico Real, a Real Sociedade Científica (RSS) e do Departamento de Defesa Civil (CDD). Este painel foi formada para extrair amostras do solo para análise.

O chefe da associação jordaniana de geólogos, Bahjat Adwan, descartou a presença de qualquer atividade sísmica ou vulcânica na área. Maher Hijazin, diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, disse a Ammonnews que a explicação do fenômeno é “simples”, dizendo que desde que a área encontra-se no fim de um encanamento de esgoto, materiais orgânicos pode ter armazenado sob a superfície e interagiram de forma que aqueceram uma área de 50-60 metros quadrados. Hijazin também destacou que há uma rede de água e esgoto que lança seus resíduos na região.

O Jordan Times dizia ainda:

Uma patrulha policial foi enviada ao local, que foi completamente isolado com fita fosfórico, Sleimat disse. A população local foi evacuada para garantir a sua segurança, disse ele, observando que a área, em torno de dois dunums (5001 metros quadrados), é plana e tem um solo vermelho. Butrus Hasso, residente nas proximidades, disse ao jornal The Jordan Times: “É apenas uma coisa estranha, muito estranha.” “Dois caminhões de bombeiros chegaram no início do dia, tentando apagar as chamas e resfriar a área, mas a área ainda está muito quente”, acrescentou.

“Durante o dia, podiam ser vistas as chamas saindo da área”, disse Hasso. Hasso disse que a área estava repleta de pessoal do Departamento de Defesa Civil até tarde da noite. Comentando sobre o fenômeno, o membro do Conselho Municipal de Grande Sal e representante da área Rmemin Ahmad Kharabsheh disse que temperatura do terreno subiu dramaticamente, queimando toda a grama e as árvores ao redor dele. A Sociedade Científica Real da Jordania disse que a temperatura no local chegou até 400-450 graus centígrados. Conhecidências: Feema analisa terreno que apresenta combustão espontânea no Rioda Folha Online

Técnicos da Feema (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente) recolheram nesta segunda-feira amostras de solo para análise de um terreno no município de Barra Mansa, no sul do Rio de Janeiro, onde três crianças sofreram queimaduras no último fim de semana enquanto brincavam. De acordo com a presidente da Feema, Elizabeth Lima, há suspeitas de que exista mistura de resíduos tóxicos no terreno, que apresenta combustões espontâneas pelo simples atrito com o solo. O terreno foi interditado pela Feema e pela Defesa Civil –que também analisa a área– para evitar novos incidentes e para que os técnicos possam trabalhar. Queimaduras

O menino João Pedro Teodoro da Silva, 8, sofreu queimaduras em 70% do corpo enquanto brincava no terreno. Ele foi atingido por produtos químicos incandescentes. Em estado grave, Silva foi internado numa UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital particular em Barra Mansa. Outros dois meninos sofreram queimaduras nas pernas. Um cachorro também morreu no terreno.


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