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A Dogmatização do Espiritismo ?

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Dogmas Escravistas no Espiritismo ?

A dogmatização do espiritismo é o fruto de sempre, como podemos perceber pelos fatos históricos, a tentativa do domínio humano pelo sagrado, em limitar aquilo que sempre será indefinido pela consciência humana ainda presa na carne.

Se seguirmos a linha histórica do tempo, conjugado em fatos religiosos perceberá que o hoje, não existe o certo, ou a religião certa, mais sim a atual! - num conjunto mais abrangente, isso não torna uma ideia melhor que outra, pois tudo tem sua utilidade na ordem das coisas.

Se olharmos os judeus no tempo de Jesus. Este povo preso ainda á ideias limitada não aceitaram o renovo do Cristo e assim ficaram para trás em conhecimento espiritual por suas afinações.

O Cristão também passando pela mesma fase que os Judeus de dois mil anos atrás. Também não aceitam a renovação que era o Espiritismo kardeciano prometido pelo Cristo (Espírito da Verdade).

Os espíritas tendo uma mentalidade mais a par dos conceitos históricos, teriam que aprender com o erro dos outros do que com os seus (mentalidade espiritual moderna).

Mais vemos que a história está se repetindo e muito mais rápido do que como suas antecessoras!

Pela exaltação  do orgulho e avareza de muitos espíritas que ainda buscam como muitos outros religiosos, talvez ainda os primeiro lugares nas sinagogas!

Limitando as Revelações !

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Vemos hoje o mundo espírita se caracterizar infelizmente pela arrogância de alguns, orgulho e vaidade, muitos que após uns bons anos de espiritismo se acham no dever de defenderem a doutrina com bases em suas idéias ainda muito limitadas para a ordem das coisas.

Já ouvi comentários de muitos espíritas em dizer: " isto e isto não, não é espírita", já cheguei até a ouvir: isto não é do espiritismo! Simples o espiritismo não faz profecias !

Em o livro dos espíritos na questão 1018- não vemos que os espíritos responderam a Kardec, que a terra se promoveria à um mundo mais feliz e próspero, e que com isso atrairia também outras almas melhores para a terra, formando assim uma nova geração de espíritos em um novo mundo (Nova Era). E não vemos hoje a terra sendo invadida pelas Crianças Indigo ?

Vejo que em muitos centros espíritas, muitos não se abrem e nem deixam outros buscarem outros conhecimento, sendo uma mentalidade ignorante de muitos, pois como espíritas pelo menos não deveriam ter sentimentos de indiferenças e ceticismo entre várias questões da espiritualidade, pois a espiritualidade se expande a medida que evoluímos, e quem pode enclausurá a criação numa caixinha limitada ?

Será que tudo se encerrou em Kardec?

Será que não temos muito á aprender ainda?

Como no caso da Ufologia que está abrindo um amplo conhecimento para os espíritas, hoje em dia, como por exemplo.

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Pietro Ubaldi que foi a própria encarnação de Pedro o apóstolo de Cristo, e considerado um dos maiores espiritualista do século 20, fez também sua crítica á este assunto (limitação espírita) no VI Congresso Espírita Pan-Americano, em Buenos Aires [outubro de 1963], mais aqui fica-se claro sendo sua visão pessoal !

Conclusões:

1 - O Espiritismo estacionou na teoria da reencarnação e na prática mediúnica;

2- Não possuindo “um sistema conceptual completo”, não pode ele ser levado a sério pela cultura atual;

3- A filosofia espírita é limitada, não oferece uma visão completa do Todo e “não abrange todos os momentos da lei de Deus;

4– O Espiritismo não construiu uma “teologia espírito-científico, que explique o que a católica não explica”;

5- O Espiritismo “corre o perigo de ficar parado no nível Allan Kardec, como o catolicismo ficou no nível São Tomás e o protestantismo no nível Bíblia”.

- Vemos que Ubaldi também se referia á um tipo de mentalidade que estava tornando parte do mundo espírita naquele tempo, e que ele uma grande mente do renovo percebeu este embuste dentro da doutrina dos espíritos, regido sobre a uma federação que julga e quer determinar as regras para o mundo espiritual.

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Osvaldo Polidoro

Foi fundador do Divinismo e segue ele basicamente a missão de restauração da doutrina Espírita deixada por ele. Segundo o Divinismo. Elias, reencarnado em Allan Kardec, entregou a Codificação e promoveu a terceira tentativa de generalização das comunicações, objetivando de novo, tornar pública a Doutrina do Caminho do Senhor (Divinismo).

Esta etapa da restauração foi por ele chamada de Espiritismo, em razão do livro mais conhecido de Allan Kardec, “O Livro dos Espíritos”, e das comunicações espirituais. Foi-lhe comunicado, durante sua passagem pela Terra, que voltaria em outro corpo e em outras condições, para completar a sua missão – de restauração doutrinária (“Obras Póstumas”). A doutrina ensina que: “Elias, agora Osvaldo Polidoro, terminou a restauração da Doutrina do Caminho do Senhor, com o nome de Divinismo, sendo seu marco fundamental a edição da obra “O Evangelho Eterno”, profetizada em Apocalipse, capítulo 14, versículos 1 a 6”, também deixou sua visão pessoal sobre a oligarquia espírita ou federação de seu tempo.

Suas conclusões :

Não, a podridão farisaica não está no Espiritismo, mas sim nos espíritas, naqueles que se arvoram em seus donos, dogmatizando sobre o que não devem, para tirarem daí proventos a bem de suas ignorâncias, orgulhos, vaidades e prepotências mandonistas.

São antigos sacerdotes, escribas e fariseus imundos, perseguidores e assassinos de Profetas, Cristos e Apóstolos, reproduzindo as mesmas sórdidas e criminosas ações; são doutorecos e literatelhos empafiados, metidos a donos dos espíritos, das mediunidades e das consciências alheias, através de suas tabelinhas analfabetas, com as quais pretendem meter cabrestos nos tolos, noutros tantos parvos, que só sabem importar imbecilidades, porque nem isso sabem ser por conta própria.

Isso é que está saindo de São Paulo, de uma camarilha nojenta, de uma corja que pretende fazer de Jesus e de Kardec, que jamais mandaram dogmatizar sobre coisa alguma, o capacho de suas míseras podridões farisaicas. Antes de mais nada, saibam os leitores, o Espiritismo não é o responsável por essa corja, e nada tem com eles, sem ser que eles, por apropriação indébita, se têm arvorado em donos do Espiritismo e dos espíritas. Ninguém tem o direito de meter os Grandes Iniciados, Moisés, Jesus e Kardec nessa patifaria farisaica, pois tanto um como outros só ensinaram a nunca dogmatizar.

Conclusão: - Bom a questão aqui não é criar polêmica ou conflito entre as idéias e os fundamento religiosos de terceiros, nem afirmar positivamente a idéia destes dois espiritualista como a palavra final, mais sim observar certa preocupação por parte de alguns em defender a doutrina sobre suas próprias opiniões pessoais, sem se opinar á uma visão mais coletiva, sobre o oculto dos títulos, limitando a si, como a idéia espiritual alheia. Vemos como exemplo hoje muitos partidos pseudos cristãos, dividindo o cristianismo, será que no futuro teremos a mesma divisão na doutrina espírita?

Autor: Valter Amorim


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